quarta-feira, 21 de junho de 2017

O PROJETO ZUMBA E RITMOS DO SINDECC ESTÁ BOMBANDO
































Projeto: “Liberdade do Corpo e da Mente”
ZUMBA E RITMOS

 Em janeiro deste ano, dentro do trabalho de base que o Sindicato dos Comerciários de Caruaru vem desenvolvendo junto a sua categoria, foi criado o Projeto “Liberdade do Corpo e da Mente” Zumba e Ritmos. Projeto este, que assiste a categoria comerciária, aberto também para toda a população. 
Para participar, o(a) comerciário(a) associado(a) e seus dependentes terão que contribuir com uma quantia de R$ 20,00 mensais e terão que comparecer na sede do SINDECC para fazer sua inscrição munido de sua Carteira de Sócio. 
Para o público em geral o valor da mensalidade será de R$ 30,00. As aulas acontecem sempre nas terças e quintas, nos horários das 18h30 às 19h30.

Aula de Dança: Zumba e Ritmos
Professor Marcos Mercury
Hora: 18h30 às 19h30
Local: SINDECC
Endereço: Rua do Norte, 38, Centro, Caruaru / PE
Informações pelos telefones: 81.3721.2894 / 9.9937.6674


ASSEMBLEIA GERAL DO SINDECC - 26 DE JUNHO - ÀS 18H30


terça-feira, 20 de junho de 2017

Oposição derrota governo, e reforma trabalhista empaca no Senado


Parecer governista perdeu por 10 a 9 na Comissão de Assuntos Sociais. Parlamentares comemoram aos gritos de "Fora Temer". Colegiado aprovou voto em separado de Paim. Pauta segue agora para CCJ


São Paulo – De forma surpreendente, o relatório do projeto de "reforma" trabalhista (PLC 38) foi rejeitado no início da da tarde de hoje (20) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Foram 10 votos contrários e nove favoráveis ao parecer de Ricardo Ferraço (PSDB-ES). A oposição comemorou com gritos de "Fora Temer". O resultado contraria os planos do governo, que contava com a aprovação hoje e, na sequência, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) – o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), previa que o texto estaria pronto para ir a plenário a partir do próximo dia 28.
Logo depois da rejeição inesperada, foi aprovado simbolicamente o voto em separado de Paulo Paim (PT-RS), contrário ao projeto do governo. Durante toda a sessão da CAS, o parlamentar gaúcho apelou para um entendimento em outras bases, criticando o "desespero" de aprovar um texto sem qualquer emenda. É o parecer de Paim, e não mais o de Ferraço, que seguirá para a CCJ, onde o próprio Jucá será o relator e deve apresentar parecer favorável ao texto original da Câmara.
"Qualquer pessoa séria, ao ler aquele projeto, acha aquilo inaceitável. Vamos pegar os votos em separado, os quatro da oposição e o (texto) do relator, vamos sentar e ver o que é possível construir. É possível construir um grande entendimento, aí o projeto volta para a Câmara e ela ratifica ou não. Isso é bom senso, o razoável, ninguém está dizendo que não é para fazer reforma nenhuma, nós tiraríamos todos os absurdos", afirmou Paim.
Mais uma vez, Ferraço ignorou mais de 200 emendas, número próximo ao da Comissão de Assuntos Econômicos (onde seu relatório foi aprovado por 14 a 11), e manteve na íntegra o texto aprovado na Câmara, ainda como PL 6.787. Fez apenas "recomendações" de vetos presidenciais, no que ele chama de "acordo institucional", mas que muitos de seus pares têm desconfiança quanto ao cumprimento. Sindicalistas e parlamentares tentam negociar com o governo a edição de uma medida provisória com pontos específicos.
Ferraço insistiu no discurso de que o projeto corrige "distorções estruturais" do mercado de trabalho e ajudará incorporar excluídos. "O que está por trás desse projeto é a redução do custo do trabalho", contestou o líder do PT, Lindbergh Farias (PT-RJ). "A economia não vai reagir com essas medidas."
Para Humberto Costa (PT-PE), o Estado deve ter um papel de equilíbrio nas relações trabalhistas, "e esse projeto tende totalmente para o empresariado". Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que se tratava de uma proposta defendida por um presidente da República "prestes a ser denunciado", referindo-se a Michel Temer. "Em qualquer democracia chinfrim, o governo já teria caído."
"Nós vamos recuperar o país", disse Romero Jucá, minutos antes da votação. "A motivação aqui é derrubar o governo", acrescentou. Confiante na aprovação na CAS e na CCJ, ele chegou a dizer que o PLC 38 estaria no dia 28 com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para que ele pusesse em pauta quando achasse melhor.
Na semana passada, quatro senadores da oposição apresentaram votos em separado: Paim, Randolfe, Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Lídice de Mata (PSB-BA). Eles protestaram contra o fato de, ao não incluir nenhum emenda, o Senado abriu mão do papel de Casa revisora. "Não pode vir um projeto que altera a CLT em 117 artigos aqui para a Casa e a gente só carimbar, sabendo que a Câmara cometeu absurdos", criticou Paim.
Com informações da Agência Senado

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2017/06/oposicao-derrota-governo-e-reforma-trabalhista-empaca-no-senado

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Campanha de Sindicalização 2017




A Campanha de Sindicalização do Sindicato dos Comerciários de Caruaru ganha força em sua base. Na manhã chuvosa deste 15 de junho, o Departamento de Sócio do SINDECC esteve visitando as lojas do Centro de Caruaru e ampliando o número de seus associados.

Fotos: Bernardino Neto


quarta-feira, 14 de junho de 2017

EDITAL DE DIVULGAÇÃO - TAXA ASSISTENCIAL 2017


Deixamos bem claro que: o Sindicato dos Comerciários de Caruaru - SINDECC, não recebe qualquer valor que não seja único e exclusivamente dos Comerciários. Sobrevivemos apenas com as taxas e contribuições pagas pelo comerciário.

15 de junho, Dia de Corpus Christi, não é feriado em Caruaru


Amanhã,15 de junho, nacionalmente se comemora o Dia de Corpus Christi. Porém, em Caruaru, este dia não é feriado e o comércio poderá funcionar normalmente. Isto porque o Município tem a competência de declarar quatro feriados religiosos por ano. 

Abaixo, veja os seguintes feriados religiosos no município de Caruaru:


24 de junho - Lei Municipal de nº. 2.959, de 19 de junho de 1985 – Dia de São João

29 de junho - Lei Municipal de nº. 3.564, de 09 de junho de 1993 – Dia de São Pedro

15 de setembro - Lei Municipal de nº. 2.959, de 19 de junho de 1985 – Dia da Padroeira Nossa Senhora das Dores

Sexta-feira da Paixão - Lei Municipal de nº. 2.959, de 19 de junho de 1985 – (Data Móvel)


Ainda sobre o Feriado de Corpus Christi, existe toda uma tradição em nossa região, fazendo com que neste dia, à tarde, parte de empresas costumam fechar suas portas. Não existe nenhuma norma que obrigue as empresas a não funcionarem neste dia e horário.


Sindicato dos Comerciários de Caruaru


quinta-feira, 8 de junho de 2017

“Vamos fazer uma greve ainda maior que a de 28 de abril e colocar o povo nas ruas para protestar”, diz o sindicalista Zé Maria

Imagem: Ricardo Soares


Diante do atual quadro político nacional, uma das alternativas para barrar todos os ataques deste congresso de corruptos é a classe trabalhadora tomar as ruas. Para isso, o trabalho de base que as Centrais Sindicais vêm fazendo se torna determinantemente importante. No dia 28 de abril foi assim. No 24 de maio, quando mais de 150 mil trabalhadores marcharam para o congresso, querendo arrancar cada político corrupto de lá. Esse tem sido o termômetro da classe trabalhadora no Brasil. “Nós acreditamos que é fundamental, além da luta, fortalecer a organização dos trabalhadores e do povo pobre. Por isto estamos estimulando a organização dos Comitês de Luta contra as reformas e de preparação das lutas” afirma Zé Maria, Militante do PSTU e da CSP Conlutas – Central Sindical e Popular, em entrevista concedida a Ricardo Soares do Departamento de Imprensa do SINDECC.

SINDECC
- No último dia 24 de maio, as centrais sindicais levaram para Brasília caravanas de norte a sul do país, cerca de 150 mil pessoas gritavam fora Temer. Como você e a CSP Conlutas avaliaram esse ato?

Zé Maria - A manifestação realizada em Brasília neste 24 de maio foi um momento muito importante do processo de lutas dos trabalhadores em curso no país, contra as reformas da previdência, trabalhista e a terceirização, e também contra o governo do presidente Temer e este Congresso Nacional cheio de corruptos que está aí.

Não só porque foi uma grande manifestação. Além disso, foi também uma manifestação muito radicalizada, e a firmeza que tiveram os manifestantes, ao enfrentar a brutal repressão policial que houve lá, é bastante representativa do sentimento que há entre os trabalhadores de todo país. Em todo lado foi muito grande o apoio da classe trabalhadora à atitude que tiveram os manifestantes em Brasília. Isso mostra que está acabando a paciência das pessoas com tantos desmandos em nosso país. Isso é importante para a continuidade da luta.

Também foi importante porque os manifestantes de todo o país, que estiveram em Brasília naquela data, viram perfeitamente que nada se pode esperar nem do governo nem do Congresso Nacional. Que eles não estão nem aí para o que pensa e quer os trabalhadores e o povo. Que só vamos mudar o rumo dos acontecimentos em nosso país se lutarmos para isso.

Por último a manifestação do dia 24 mostrou que os trabalhadores estão muito à frete da maioria dos seus dirigentes. No enfrentamento com a repressão policial estavam não só os trabalhadores e jovens ligados à CSP-Conlutas, mas trabalhadores e mesmo muito dirigentes ligados a todas as centrais, apesar de a cúpula dessas centrais (à exceção da CSP-Conlutas) terem defendido a aceitação dos limites que a polícia queria impor à manifestação. Precisamos estimular mais isso, pois se os trabalhadores não passarem por cima destes desta cúpula, terão suas lutas limitadas ao que permitirem as autoridades, as mesmas que estão retirando nossos direitos.

SINDECC - Tivemos recentemente uma série de manifestações populares da classe trabalhadora. O 08 de março (Dia Internacional da Mulher) foi bastante importante. Depois, tivemos o 15 de março com mobilizações por todo o país, até chegar o dia 28 de abril, onde muito se questionava a distância de datas, porém, foi um dia vitorioso para a classe trabalhadora, culminando o dia 24 de maio em Brasília. Além desses atos, como a Central Sindical e Popular, vem fazendo o trabalho de base?

Zé Maria - Nós acreditamos que é fundamental, além da luta, fortalecer a organização dos trabalhadores e do povo pobre. Por isto estamos estimulando a organização dos Comitês de Luta contra as reformas e de preparação das lutas. Agora mesmo, temos uma nova greve geral marcada para 30 de junho. É muito importante estimular e que sejam realizadas assembleias na base, nos sindicatos e nos locais de trabalho. E que sejam organizados Comitês de Luta em todos os locais de trabalho, nos bairros, em cada rua...assim vamos criar condições não apenas para fortalecer a mobilização, mas também para que os trabalhadores e o povo aprendam a determinar o que fazer e a tomar em suas mãos, primeiro o destino das suas lutas e, depois, os destinos deste país.

SINDECC
- No dia 24 de maio ficou nítida a força que a CSP Conlutas tem no movimento sindical. Quem esteve presente presenciou a ação da Central já na primeira tentativa de bloqueio da Polícia Militar. Os trabalhadores e trabalhadoras puxados pela Central, não se intimidaram e seguiram a marcha. A coluna da CSP Conlutas, no seu ponto de vista, foi essencial para a continuidade deste ato?


Zé Maria - O que a CSP Conlutas fez ali foi o que toda organização dos trabalhadores, que tem de fato compromisso com a defesa de seus interesses, deveria fazer. Infelizmente o fato de as demais centrais terem agido em sentido contrário mostra o grande problema que os trabalhadores têm hoje para avançar nas suas lutas: as suas próprias organizações, que são dirigidas por uma cúpula que não tem, de verdade, disposição de enfrentar as adversidades que precisamos enfrentar para defender nossos direitos.

Para que possa avançar a luta da nossa classe, é preciso fortalecer a CSP-Conlutas, é preciso que todos os sindicatos que queiram levar adiante a luta da nossa classe devem se somar à construção da CSP-Conlutas, fortalecer esta alternativa é, então, parte do que eu dizia antes, da necessidade de fortalecer a organização da nossa classe. A organização nacional que temos hoje é a CSP-Conlutas.

SINDECC - A brutalidade da Polícia Militar para com os trabalhadores no 24M vem sendo questionado por todos. Desde a ditadura militar, não se via uma ação tão brutal por parte da PM. Como você vê esta ação orquestrada pelo Estado burguês?

Zé Maria - O capitalismo, em sua fase de decadência como a que estamos vivendo, precisa impor condições de vida cada vez mais precárias, mais miseráveis para a grande maioria das pessoas. Não importa quanta riqueza é produzida, é da natureza do capitalismo concentrá-la nas mãos dos Bancos e grandes empresários. Então o sistema não pode atender nenhuma reivindicação importante dos trabalhadores, pelo contrário, retira cada vez mais os poucos direitos que temos. A única forma de fazer os trabalhadores aceitarem esta situação é através da violência. Esse é o papel da repressão policial.

E por isso precisamos nos rebelar contra ela, pois se aceitamos os limites que a polícia quer impor às nossas ações, vamos aceitar a escravidão a que os bancos e grandes grupos econômicos querem nos impor. Os trabalhadores, organizados e em luta, somos muito mais fortes do que toda repressão que o Estado pode fazer. Nós vamos vencer.

SINDECC - No dia 29 de maio, as Centrais se reuniram para avaliar o Ocupe Brasília. Nessa reunião ficou um indicativo de datas para a Greve Geral para o final do mês de junho. Como vai se dar esse processo entre as centrais e suas bases? 

Zé Maria - Então, as centrais não aceitaram a greve de 48h que estávamos defendendo. Na verdade, não queriam marcar uma nova greve geral, mas a pressão que fizemos, e que os trabalhadores estão fazendo na base destas centrais levaram a que a reunião que aconteceu nesta segunda (05/06) indicasse para 30 de junho a realização de uma nova greve geral.

Precisamos agora colocar toda força na preparação desta greve. Vamos fazer uma greve ainda maior que a de 28 de abril e colocar o povo nas ruas para protestar. É muito importante desde já fazer as assembleias na base de cada sindicato e votar a greve dia 30, para consolidar a convocação (as centrais apenas “indicaram” a data), e garantir uma grande participação dos trabalhadores e de toda população nesta luta.

SINDECC
- Ao longo da história da classe trabalhadora, marxistas e anarquistas tiveram seu peso nos embates contra a burguesia e o Estado. Trazendo para o contexto atual, de que forma essas duas vertentes (do ponto de vista ideológico e da ação direta) podem convergir e lutarem lado a lado?


Zé Maria - Este é um debate mais complexo, há muitas coisas que marxistas e anarquistas podem fazer juntos, como participar de uma luta como a de Brasília, por exemplo. Mas as estratégias são diferentes. Para os marxistas é fundamental que nossa luta avance até que os trabalhadores possam tomar o poder e governar a sociedade através de suas organizações, e acreditam que para isso é fundamental a existência de um partido revolucionário que seja o polo consciente da luta da classe trabalhadora. Os anarquistas têm opinião muito diversa dessa. Opiniões que, como marxista, eu respeito, mas que levam a nossa classe a um beco sem saída.

SINDECC -
De que forma o PSTU e a CSP Conlutas vem construindo uma comunicação independente, voltada para as ações das massas populares?


Zé Maria - O PSTU é um partido revolucionário, que luta em defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, mas que tem como estratégia a organização e a mobilização da classe trabalhadora como um todo para que ela possa assumir o poder e governar o país. Defendemos o fim do capitalismo e a construção de uma sociedade socialista.

A CSP-Conlutas é uma organização de frente única, que reúne sindicatos e movimentos populares e que também luta em defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores defendendo uma sociedade justa e igualitária. O seu papel é unir a todos e todas que querem lutar por isso, indistintamente do partido ou opinião ideológica que tenham as pessoas e organizações.

Assim há muitas coisas que podemos fazer juntos. Mas sem misturar as duas organizações, pois isso seria prejudicial para as duas.

A CSP-Conlutas tem suas instancias e é lá que tem de ser decidido o que a central faz. Se ela ficar subordinada a um partido, perde a capacidade de unir todos que querem lutar, pois excluiria os que não concordam com o referido partido. Por isso a CSP-Conlutas se baseia no princípio da independência política em relação aos patrões e governos, e também da autonomia em relação a todos os partidos.

Por outro lado, o PSTU reúne os militantes e ativistas da classe trabalhadora que concordam com o seu programa. E são as instancias do PSTU que devem decidir o que faz o partido.

SINDECC
- Por que Greve Geral e Eleições Gerais e não Diretas Já?


Zé Maria - Essa campanha lançada pela tal Frente Ampla pelas Diretas Já, na verdade, quer desviar a ação da classe trabalhadora, da organização da greve geral para derrotar as reformas, para fazer campanha por eleições diretas para presidente.

Eleições para presidente significa que o Congresso Nacional que está aí, fica. E é justamente o Congresso Nacional que está aprovando as reformas. Este é o primeiro problema desta proposta. Se o governo Temer cair, e não tivermos ainda condições de lutar por um governo socialista dos trabalhadores, com greves e mobilizações de rua, então que, pelo menos, lutemos por eleições gerais, para que o povo possa trocar todo mundo, presidente, senador, deputado, governador, toda essa corja que está aí, roubando o país e atacando os direitos dos trabalhadores.

Mas mesmo assim é preciso que não deixemos de alertar os trabalhadores de que eleições não vão resolver os problemas que afligem nossa vida. As eleições, como estamos vendo nas denúncias na TV todo dia, são completamente controladas pelos patrões, pelos banqueiros e grandes empresários. Eles compram a ampla maioria dos partidos e dos políticos que, no governo, só fazem o que os patrões querem.

Então dizer para as pessoas que Diretas já é a única forma de impedir as reformas é mentir para as pessoas. O que pode impedir as reformas é a nossa luta, e por isso a tarefa agora é preparar a greve geral e não ficar fazendo ato/show com artistas para defender direitas já enquanto o Congresso aprova a reforma trabalhista e da previdência.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

As Centrais Sindicais convocam a classe trabalhadora para um calendário de luta e nova GREVE GERAL dia 30 de junho.


























As Centrais Sindicais convocam a classe trabalhadora para um calendário de luta e nova GREVE GERAL dia 30 de junho.

As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.

As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.

Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.
Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.

Agenda:  

- 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.

- Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;

- 30 de junho: GREVE GERAL.


Assinam as Centrais...

Quadrilha Feminista no São João de Caruaru 2017


























Neste sábado (10), tem Quadrilha Feminista no São João de Caruaru.

Todas e todos são bem vindas e vindos.
Na frente da Casa do Pife, às 17h.

“A Reforma e o Desmonte da Previdência Pública no Brasil”

DIAP retoma a série “Estudos Técnicos”, desta vez com o livro “A Reforma da Previdência do Governo Temer e o Desmonte da Previdência Pública no Brasil”, de autoria do amigo e conselheiro deste Departamento, Luiz Alberto dos Santos.
Capa Livro Previdencia LASO livro, “se não for a maior e mais completa contribuição ao debate sobre a reforma da Previdência brasileira, certamente estará entre os mais importantes, dada a precisão, abrangência e profundidade da análise do sistema e de cada um dos regimes previdenciários do País”, avalia o presidente do DIAP, professor Celso Napolitano.
“Além de descrever o contexto, analisar os dados e informações apresentados pelo governo como fundamento para a reforma, o livro traduz o significado de cada mudança proposta e seu reflexo sobre a vida dos segurados dos regimes geral e próprio”, acrescenta Napolitano.
Visão crítica e criteriosa
No livro, o leitor encontrará uma visão crítica, porém criteriosa, de cada um dos temas em debate na reforma previdenciária, desde a composição do gasto social, os dados demográficos e as receitas da seguridade social, passando pelas regras de concessão de benefícios propostos na PEC até a desmistificação dos alegados déficits previdenciários.
Trata-se, como se verá, de uma das mais completas radiografias dos temas que dão sustentação ao debate, demonstrando com informações oficiais as razões de supostas ou eventuais insuficiências de financiamento dos regimes previdenciários.
Mudanças em prejuízo dos segurados
Demonstra, igualmente, que as mudanças atingem, em prejuízo dos segurados dos regimes previdenciários, os três fundamentos da constituição do benefício: a idade, que aumenta; o tempo de contribuição, que aumenta; e o valor da aposentadoria ou pensão, que reduz.
Esta é a quarta publicação de autoria de Luiz Alberto dos Santos, que o DIAP tem o prazer e a satisfação de editar, especialmente pela qualidade dos dados, informações e análises apresentadas. As anteriores foram a cartilha “Reforma da Previdência - quem ganha e quem perde”, e os livros “Reforma Administrativa no contexto da democracia” e “Agencificação, Publicização, Contratualização e Controle Social”, todos publicados durante os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Estamos certos de que esta publicação contribuirá para educação previdenciária e para instruir ações de cidadania no sentido de corrigir exageros e distorções na reforma proposta, que escolhe como variável de ajuste, para a crise fiscal do governo, os segurados da previdência pública, num claro favorecimento ao mercado privado de planos de aposentadoria vendidos pelo mercado.

Apêndice:
PEC 287/16: parecer; resumo das principais mudanças e impactos
Preço de venda
Os interessados em adquirir exemplares da versão impressa podem entrar em contato com o DIAP pelo telefone (61) 3225-9744 ou por e-mail para iva@diap.org.br. O preço do exemplar para as entidades filiadas é R$ 25. Para as não filiadas sai a R$ 30. Nestes preços não estão incluídos o valor da remessa, que é R$ 6.

Fonte: http://www.diap.org.br/index.php/noticias/noticias/26952-diap-lanca-livro-a-reforma-e-o-desmonte-da-previdencia-publica-no-brasil

sexta-feira, 2 de junho de 2017

CONVENÇÃO COLETIVA 2017/2018 ENTRE SINDECC E SINDLOJA É REGISTRADA NO MTE

Ontem, dia 1º, foi registrada a Convenção Coletiva de Trabalho 2017-2018, celebrada entre o SINDECC e o SINDLOJA e todas as garantias constantes neste instrumento são retroativas a 1º de janeiro. As empresas do comércio varejista terão até o 5º (quinto) dia útil do mês de julho do corrente ano para efetuar o pagamento de todas as diferencias salariais. Em relação ao pagamento de domingos e feriados, o valor da ajuda de custo ficou de R$ 43,50.


CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2017/2018 
NÚMERO DE REGISTRO NO MTE:
PE000686/2017
DATA DE REGISTRO NO MTE:
01/06/2017
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO:
MR029494/2017
NÚMERO DO PROCESSO:
46213.009990/2017-01
DATA DO PROTOCOLO:
01/06/2017

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE CARUARU, CNPJ n. 10.080.158/0001-72, neste ato representado(a) por seu Procurador, Sr(a). SIMONE CORDEIRO DE SA e por seu Diretor, Sr(a). ALINE SIMAO DE MELO e por seu Tesoureiro, Sr(a). ERIVALDO FRANCISCO DA SILVA;

E

SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU, CNPJ n. 24.301.814/0001-24, neste ato representado(a) por seu Diretor, Sr(a). PAULO ROBERTO CASE e por seu Procurador, Sr(a). KILMA GALINDO DO NASCIMENTO e por seu Presidente, Sr(a). ALBERES HANIERY PATRICIO LOPES e por seu Vice-Presidente, Sr(a). JOSE MARCILIO COUTO SALES e por seu Tesoureiro, Sr(a). JOSE MANOEL DE ALMEIDA SANTOS;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:


CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2018 e a data-base da categoria em 01º de janeiro.


CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) dos empregados no comércio varejista , com abrangência territorial em Caruaru/PE


SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

PISO SALARIAL


CLÁUSULA TERCEIRA - DO PISO SALARIAL

VIGÊNCIA DA CLÁUSULA: 01/01/2017 a 31/12/2017 
A partir de 1º de janeiro de 2017, fica assegurado um piso salarial na importância de R$ 1.024,00 (mil e vinte quatro reais), para todos os empregados do comércio varejista.

REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS


CLÁUSULA QUARTA - DO REAJUSTE SALARIAL

VIGÊNCIA DA CLÁUSULA: 01/01/2017 a 31/12/2017 
A partir de 1º de janeiro de 2017, os salários dos empregados no comércio varejista que recebem remuneração superior ao piso salarial, serão reajustados em 6,6% (seis vírgulas seis por cento), aplicados sobre o salário de dezembro de 2016.


 PAGAMENTO DE SALÁRIO – FORMAS E PRAZOS 


CLÁUSULA QUINTA - DO PRAZO PARA PAGAMENTO DAS DIFERENÇAS SALARIAIS

VIGÊNCIA DA CLÁUSULA: 01/01/2017 a 31/12/2017 
As empresas do comércio varejista de Caruaru poderão efetuar o pagamento das diferenças salariais, referentes ao reajuste do piso salarial do comércio, em até 03 (três) parcelas mensais, quais sejam: até o fechamento da folha salarial dos meses de abril/2017, maio/2017 e junho/2017.

A Convenção Coletiva 2017-2018 completa se encontra neste link: http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?NrSolicitacao=MR029494/2017  


SIMONE CORDEIRO DE SA
PROCURADOR
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE CARUARU

ALINE SIMAO DE MELO
DIRETOR
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE CARUARU

ERIVALDO FRANCISCO DA SILVA
TESOUREIRO
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE CARUARU

PAULO ROBERTO CASE
DIRETOR
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU

KILMA GALINDO DO NASCIMENTO
PROCURADOR
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU

ALBERES HANIERY PATRICIO LOPES
PRESIDENTE
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU

JOSE MARCILIO COUTO SALES
VICEPRESIDENTE
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU

JOSE MANOEL DE ALMEIDA SANTOS
TESOUREIRO
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DE CARUARU


A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.




quarta-feira, 31 de maio de 2017

Vai ter Greve Geral!


Funcionários do Grupo Rabelo em Caruaru decidem entrar com ação na Justiça do Trabalho

12 de maio, funcionários cruzam os braços por falta de pagamento 

15 de maio, Reunião entre SINDECC e funcionários da Rabelo 

30 de maio, Reunião entre SINDECC e funcionários da Rabelo



A batalha entre funcionários e o Grupo Rabelo em Caruaru está longe de terminar. Na tarde de ontem (30/05), em reunião com o Departamento Jurídico e Diretores do SINDECC, cerca de 31 funcionários decidiram entrar com ação judicial para receber salários atrasados, FGTS não depositados e a rescisão de contrato. O Grupo Rabelo fechou as portas de quatro lojas em Caruaru no dia 12 de maio, deixando um grupo de mulheres e homens em situação delicada, tendo em vista que estas pessoas têm famílias e contas a pagar. O Departamento Jurídico do SINDECC nas pessoas da Advogada Simone Sá e de sua Assessora Laysa Oliveira, estão dando todo o suporte necessário para que estes trabalhadores tenham seus prejuízos minimizados, recebendo todos os valores em atraso.     


Entenda o caso:

No dia 12 de abril do corrente ano, os funcionários do Grupo Rabelo cruzaram os braços por falta de pagamento de salário. Esse fato foi histórico e teve bastante repercussão na cidade de Caruaru. A partir desta ação dos trabalhadores, o SINDECC encaminhou a denúncia para a Gerência do Trabalho e Emprego de Caruaru, que diante deste fato, notificou as quatro empresas do Grupo Rabelo, estabelecidas na Rua Vigário Freire, 15 de Novembro e no Caruaru Shopping.

Na noite da sexta-feira, 12 de maio, os funcionários foram surpreendidos e sem nenhuma comunicação prévia, as lojas foram fechadas. O Grupo Rabelo foi e está sendo desleal com essas pessoas que sempre se esforçaram para cumprir metas, como também, cumprir o seu contrato de trabalho, coisa que o Grupo Rabelo não o fez.

Dois dias depois do acontecido, na segunda-feira (15/05), a Direção e o Departamento Jurídico do SINDECC reuniram-se com esses funcionários para ouvi-los e esclarecê-los sobre o que se deveria fazer a partir dessa ação do Grupo Rabelo. O Departamento Jurídico do SINDECC ficou responsável de intermediar junto ao Grupo, para que fosse paga toda e qualquer quantia aos funcionários. Mais uma vez, este Grupo não cumpriu com seus deveres, e não pagou nenhum centavo, direito adquirido por cada funcionário, negado pela empresa.

O Sindicato dos Comerciários de Caruaru vai até as últimas consequências neste caso e não se cansará até que cada funcionário receba o que lhe é seu por direito. Repudiamos está postura adotada pelo o Grupo Rabelo, que em nenhum momento, pensou de forma humanitária. Por isso, reafirmamos que esta batalha está longe de ter um fim, porém, esses funcionários não estão só, têm um sindicato ao seu lado.

Texto e Fotos: Ricardo Soares (Imprensa SINDECC)

terça-feira, 30 de maio de 2017

Qual o problema chamar de "Diretas já" e não mais "greve geral"?

Foto: Ricardo Soares










Por Jean de Menezes
Quero apresentar aos caros leitores algumas palavras sobre uma questão candente.

Qual o problema de chamar "Diretas já"? A princípio, nenhum. Mas se problematizarmos esta palavra de ordem, a posteriori, veremos que temos sim um problemão!
Esta é a minha tese da semana para refletirmos sobre a política e o tempo presente. O capital necessita retomar o crescimento da taxa de lucros e está fazendo tudo para que isso ocorra. Todavia, o capital é uma relação social e a classe burguesa é a detentora da regência desta relação, hegemonicamente. É a burguesia que deve orquestrar todas as austeridades para fazer a classe trabalhadora pagar pela crise.


A burguesia ao chegar no poder, cria o Estado a sua imagem e semelhança. Quero dizer com isso que as regras que fundamentam o Estado são aquelas que priorizam a proteção da propriedade privada, não o trabalhador, o capital, não a vida (nesta até John Locke sairia perdendo!)
No que diz respeito ao processo eleitoral não é diferente. A democracia vigente é a democracia estabelecida pela classe burguesa, uma democracia dos ricos. O mesmo princípio se aplica à justiça.
Chamar “Diretas já” é exigir novas eleições com as regras da burguesia, as mesmas regras que até hoje se provou ineficaz para representar a classe trabalhadora. E é importante dar destaque, novas eleições, com as mesmas regras, regidas pelo congresso imoral e pago, literalmente, pelo capital!
Como esperar algum tipo de mudança que não seja apenas nomenclatural? Não há nenhuma possibilidade de transformação com esta palavra de ordem: “Diretas já”. Infelizmente. Chamar “Diretas já” com as mesmas regras é o mesmo que caminhar pelo matadouro rumo ao açougueiro. O problema está colocado.


Novas eleições, diretas (eleições indiretas ficam fora até mesmo do campo da ilusão, por isso não me ocuparei dessa hipótese), apenas coloca para a burguesia a possibilidade de se articular para elencar seus políticos e investir pesado para elegê-los, como já fazem há tempos. Desta forma, uma das questões centrais para a burguesia é identificar em quem investir para gerenciar a retomada do capital, da taxa de lucros.
É verdade que a crença na possibilidade de algo novo toma os neurônios do mais empedernido cientista político, mas a problematização não para por aqui. Temos algo concreto acontecendo, principalmente desde 2014, que são as greves de trabalhadores. Elas vem crescendo nos últimos anos, como ação direta da classe trabalhadora contra a burguesia. E isso apavora o mais dócil empresário com “preocupação social” (isso é mentira!).
A greve geral, é algo concreto e já vem sendo colocada em prática por milhares de trabalhadores. Sua repercussão é aterrorizadora para os donos do poder que buscam a todo custo fazer a classe trabalhadora pagar a crise que fez a burguesia.
Se as greves se generalizam, trata-se de um ataque direto aos interesses da burguesia em retomar a taxa de crescimento de lucros através dos planos de austeridades, como a reforma trabalhista e previdenciária.
É possível observar as grandes centrais sindicais recuarem com a palavra de ordem de “greve geral” para ocuparem-se das palavras “Diretas Já”.

Diretas já para eleger quem? Lula? Provavelmente. E é verdadeiro que muitos trabalhadores ainda desejam fazer mais uma vez a aposta no Partido dos Trabalhadores. Isso é legítimo. Mas a tese aqui é outra. Nenhum governo que se constitua com eleições “diretas”, agora, será capaz de contrapor-se aos interesses do capital, nem mesmo o PT, uma vez que este conta com a participação de parte da burguesia em um projeto de conciliação de classes.
Mesmo que tomados por um ufanismo, o fato concreto é que ao abandonar a palavra de ordem “greve geral” faz com que os planos de austeridades, já em tramitação, acelerem em pista vazia, com velocidade máxima! Se afastar da ação direta de “greve geral” possibilita a reorganização do capital no cenário político e econômico e quem perde é a classe trabalhadora, pois estaria apostando no futuro e enfraquecendo o presente que já é de lutas. A classe trabalhadora já deu demonstrações de que está disposta a caminhar para a greve geral, o dia 28 de abril e o 24 de maio são sérias provas disso. Mas para isso é necessário que todas as centrais mantenham o chamado de greve geral de 48 horas.
Subordinar esta pauta às eleições gerais, com as mesmas regras dos ricos, não me parece algo inteligente diante da tentativa de retorno à escravidão e mesmo a servidão medieval! A necessidade de novas eleições é concreta, mas a questão é que estas regras vigentes, apenas possibilitarão a tramitação dos planos de austeridades, provavelmente com algumas negociatas para garantir a eleição do mais do mesmo.
É preciso uma ousadia que poucos possuem em determinados momentos da história, mas quando tiveram, mudaram radicalmente os rumos dela.
Nosso futuro não pode ser depositado nas eleições dos ricos e corruptos pagos pela burguesia!
É necessário gritar fora Temer, fora o capital!

Greve geral, Já!

Fonte: http://carosamigos.com.br/index.php/colunistas/216-jean-de-menezes/10013-qual-o-problema-chamar-de-diretas-ja-e-nao-mais-greve-geral