quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ESTUPRO NUNCA É CULPA DA VÍTIMA



Lei 12.015/09 define que constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso É CRIME com pena de reclusão de 6 a 10 anos. Caso a vítima seja menor de 18 anos, a pena é aumentada.
 
Já a Lei 12.845/13 estabelece que as vítimas têm direito a atendimento emergencial, integral e multidisciplinar, visando ao controle e ao tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual, e encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social.

Fonte: 
https://www.facebook.com/SenadoFederal/photos/a.176982505650946.49197.150311598318037/1443843768964807/?type=3&theater

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Trabalhador(a), rebelar-se é justo!

























Por Ricardo Soares

Venho conversando com alguns trabalhadores e trabalhadoras nas paradas de ônibus em relação as eleições burguesas. Muitos deles dizem que sua permanência no emprego está condicionado ao voto para alguns dos candidatos aqui em Caruaru, pois, seus patrões, de forma covarde, estão pressionando para que estes trabalhadores votem nos candidatos que têm parceria com tais empresas.
Rebele-se, denuncie tais práticas. Se imponha contra qualquer forma de opressão, não venda sua vida por conta de um mísero salário, a revolução começa dentro de você!

Avante!!!

Direito do Trabalho - HORA EXTRA


A duração normal do trabalho, salvo os casos especiais, é de 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) semanais, no máximo. O trabalhador pode fazer horas suplementares, desde que não ultrapasse 2 horas diárias!

Fonte: https://www.facebook.com/CSJToficial/?fref=ts


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO EM CARUARU (23.09.2016).






Na sede do SINDECC, deu-se inicio ao grande ato que foi o Dia Nacional de Paralisação. Os professores tiveram suas pautas de reivindicações abraçadas por vários seguimentos da sociedade civil. O ato unificado ocorreu em várias cidades do país. Com o grito FORA TEMER e de GREVE GERAL, os manifestantes saíram por algumas ruas do centro de Caruaru, alertando a população para os ataques que a classe trabalhadora vem enfrentado.


Veja mais foto no Face do SINDECC: https://www.facebook.com/profile.php?id=100004451418287&sk=photos&collection_token=100004451418287%3A2305272732%3A69&set=a.668761519948889.1073741834.100004451418287&type=3&pnref=story 


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Loja é condenada a pagar R$10 mil a vendedora obrigada a trabalhar durante afastamento médico





































A juíza Anna Elisa Ferreira de Resende, em sua atuação na 19ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, condenou uma famosa varejista de moda a pagar indenização no valor de R$10 mil por danos morais a uma vendedora obrigada a trabalhar durante afastamento médico, após se submeter a uma cirurgia.
De acordo com a inicial, o gerente não aceitava o período de afastamento contido nos atestados médicos apresentados, obrigando a empregada a retornar ao médico para que fosse diminuído. Segundo o alegado, havia ameaça de rescisão do contrato. Ao analisar o caso, a magistrada presumiu verdadeira essa versão. É que o representante do empregador demonstrou desconhecer os fatos discutidos no processo. Neste caso, aplica-se ao réu os efeitos da chamada confissão ficta.
Além disso, os depoimentos confirmaram o fato alegado. Conforme registrado na sentença, uma testemunha contou que viu a reclamante trabalhando após o afastamento, com pontos cirúrgicos bastante infeccionados. Ela afirmou que o gerente requereu a presença da empregada no trabalho, mesmo diante do atestado em razão da cirurgia. Outra testemunha disse que a vendedora não estava passando bem no seu primeiro dia de retorno.
"Ora, absurda a situação!", expressou a magistrada na sentença. Para ela, não há dúvidas de que a conduta do empregador violou a dignidade da trabalhadora. "Não se deve admitir é que a dignidade humana do trabalhador, representada, neste contexto, essencialmente, pelo direito à saúde, seja odiosamente denegrida com o intuito malograr o ambiente de trabalho. A higiene, saúde e segurança, representam direitos fundamentais e cláusulas de proteção devidas pelo Estado, sociedade e empregador (eficácia vertical, horizontal e diagonal dos direitos fundamentais), com fundamento nos artigos 5, V e X, 200, VIII e 225, CF", destacou.
A julgadora explicou que o assédio moral é diferente do dano moral, pois se dá por meio de condutas reiteradas e abusivas por parte do ofensor. Já o dano moral se exaure em um único ato ou omissão. Ela destacou que o aumento do nível de concorrência entre as empresas acaba por se refletir nas relações entre empregados e patrões, aumentando a incidência dessas condutas abusivas. Tudo em razão da globalização, aumento da produtividade, tentativa de corte de gastos, capitalismo e consumismo exacerbado. Segundo a juíza, a conduta é causa de graves doenças mentais e diminuição da autoestima, podendo inclusive levar ao suicídio em casos mais extremos. "As condutas maliciosas caracterizadoras de tal prática devem ser seriamente reprimidas pela jurisprudência trabalhista, com imposição de valores justos de indenizações por dano moral, a fim de não apenas recompensar a vítima lesada, como também inibir a conduta e punir o infrator (art. 186, CC)", pontuou, ainda, lembrando que o empregador responde pelos atos de seus prepostos (artigo 932 do Código Civil).
Por tudo isso, julgou procedente o pedido de indenização por danos morais, arbitrando-o em R$10 mil. A varejista foi condenada ainda a pagar indenização por danos morais no valor de R$2 mil, em razão da retenção da carteira de trabalho além das 48 horas, extrapolando o limite máximo previsto nos artigos 29 e 53 da CLT. Houve recurso da decisão, ainda em trâmite no TRT de Minas.
Fonte: TRT3 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO


SOBRE O BLACK DAY DOS PRÓXIMOS DIA 21 E 22 DE SETEMBRO.





França proíbe venda de copos e pratos plásticos descartáveis

















A França tornou-se o primeiro país do mundo a proibir a venda de copos, taças, pratos, talheres e outros utensílios descartáveis de plástico.
A nova lei segue uma proibição total de sacolas plásticas aprovada em julho e é parte do projeto Transição Energética para o Crescimento Verde, um plano para tornar o país um dos líderes mundiais na adoção de práticas de redução de impacto ambiental e das emissões de gases de efeito estufa.
Aprovada no mês passado, a medida passará a valer integralmente em 2020, o que dá bastante tempo para os fabricantes e estabelecimentos comerciais, incluindo restaurantes e supermercados, se adequarem às novas regras.
Mas isso não significa o fim dos utensílios descartáveis. Segundo a nova lei, esses produtos deverão ser 50% constituídos por materiais de origem vegetal e serembiodegradáveis. Esses materiais incluem, em particular, amido de milho, amido de batata, fibras têxteis ou de celulose, ou de bambu. Cinco anos depois, em 2025, o conteúdo vai aumentar para 60%.
Com a investida, o país espera reduzir o impacto ambiental do plástico convencional, derivado de petróleo, que leva várias décadas para se decompor e é frequentemente associado a substâncias que podem ser tóxicas. Além disso, é esperada uma redução dos custos com energia para reciclagem dos utensílios descartáveis.
De acordo com a AFP, organizações ambientalistas elogiaram a lei francesa e esperam que ela sirva de exemplo para outros países, porém críticos argumentam que a proibição de produtos prejudica os consumidores e que as medidas francesas violam as regras da União Europeia sobre a livre circulação de mercadorias.
Estimativas apontam que 4,7 bilhões de utensílios plásticos foram descartados na França em 2015 apenas, e cerca de 17 bilhões de sacolas plásticas usadas anualmente em supermercados de todo o país.

Fonte: 
http://www.brasilpost.com.br/2016/09/19/franca-proibe-descartavei_n_12090530.html?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

O homem do ressentimento , Por Gilles Deleuze



























O retrato do homem do ressentimento, para quem qualquer tipo de felicidade é uma ofensa, e faz da miséria ou da impotência sua única paixão. “Os que não sabem fortificar os espíritos dos homens, mas sim deprimi-los, esses são insuportáveis para si mesmo”. Daí que muitos tenham preferido viver no meio dos animais a viver entre os homens. Precisamos de uma filosofia da vida: ela consiste precisamente em denunciar tudo o que nos separa da vida, todos esses valores transcendentes que se orientam contra a vida, vinculados ás condições e às ilusões de nossa consciência. 

Fonte: http://forcasdavida.blogspot.com.br/2016/09/o-homem-do-ressentimento-por-gilles.html?spref=fb

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Direito do Trabalho: EXECUÇÃO TRABALHISTA, e se o empregador não pagar o que foi decidido?





































O devedor tem os bens penhorados e enviados para leilão caso não faça o pagamento de forma espontânea. Caso não tenha objetos para penhorar, o processo vai para o arquivo provisório até que sejam localizados bens do devedor para pagamento da dívida trabalhista.

Fonte: 
https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1435920976423921/?type=3&theater

Direito do Trabalho: Contrato Temporário


Trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviço. Se os requisitos legais para a contratação de trabalho temporário não forem observados, o vínculo empregatício será considerado como sendo por prazo indeterminado.

Fonte: 
https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1435914299757922/?type=3&theater

Trabalhadora que estava grávida quando foi dispensada consegue indenização compensatória





































Uma trabalhadora ajuizou reclamação trabalhista, alegando que se encontrava grávida quando foi dispensada da empresa de limpeza e conservação onde trabalhava como monitora operacional. Diante disso, pediu a reintegração ao emprego ou a indenização decorrente da estabilidade da gestante prevista no artigo 10, II, b do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
O caso foi julgado pela juíza Sofia Fontes Regueira, na Vara do Trabalho de Ouro Preto, que deu razão a ela. É que a reclamada não compareceu à audiência, o que resultou na aplicação da revelia e confissão quanto à matéria de fato. Além da alegação da trabalhadora ter sido presumida verdadeira, foi provada por exame ecográfico obstétrico apresentado nos autos. Este indicou que, em 30/07/2015, a gestação contava com 13 semanas e 5 dias. Portanto, segundo a magistrada, a gravidez remonta à data de 25/04/2015.
O fato de a monitora ter sido dispensada em 04/05/2015, somente vindo a ajuizar a ação meses depois, na data de 14/09/2015, não foi considerado capaz de afastar o direito. "Não há que se falar em prazo para comunicação da gravidez, uma vez que a lei não prevê tal exigência", justificou a juíza. Ela lembrou que a Súmula nº 244 do TST sedimentou o entendimento de que o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade. Conforme decidido, a simples constatação da gravidez durante o contrato de trabalho garante a estabilidade provisória.
A reintegração ao emprego foi determinada em sede de antecipação de tutela, mas não foi cumprida pela ré. Na sentença, a juíza a condenou ao pagamento de indenização compensatória correspondente aos salários vencidos do período da estabilidade, ou seja, até cinco meses após o parto, além de aviso prévio, férias integrais e proporcionais acrescidas de 1/3, gratificações natalinas integrais e proporcionais, FGTS acrescido de 40% e entrega de guias.
A prestadora de serviços de limpeza e conservação recorreu, mas não conseguiu reverter a decisão no TRT de Minas. "O ajuizamento de ação trabalhista no curso ou após decorrido o período da garantia provisória de emprego da gestante não configura abuso do exercício do direito de ação, tendo em conta o prazo prescricional para o exercício da pretensão inscrito no art. 7º, XXIX, da CF/1988, sendo devida a indenização correspondente", decidiu a Turma. Por maioria de votos, foi negado provimento ao recurso.
Fonte: TRT3

Direito do Trabalho: Transferência



O adicional de transferência tem a finalidade de custear as despesas extras do trabalhador com a sua moradia provisória. A parcela é devida quando o empregado, em razão do trabalho, tem que mudar de domicílio e deve ser paga até que ele retorne à sua antiga residência.

Fonte: 
https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1435908189758533/?type=3&theater


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Gravidez: Estabilidade Provisória





































De acordo com a Súmula nº 244 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), toda funcionária que engravida durante a vigência do contrato de experiência tem direito à estabilidade provisória no trabalho.

Fonte: 
https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1435730719776280/?type=3&theater

A empresa é responsável pelos danos causados ao veículo particular do empregado?




Reportagem sobre a responsabilidade da empresa pelos danos causados ao veículo do empregado que utiliza o próprio carro para trabalhar.
 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=BvI_fliewVQ


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bonanza, Fecomércio, Fetracom e 10 sindicatos da PB são condenados por acordos ilegais



Sob pena de demissão, funcionários eram obrigados a assinar acordos ilegais para receber horas extras em valor inferior ao garantido por lei

O supermercado Bonanza, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo da Paraíba (Fecomércio), a Federação dos Trabalhadores no Comércio de Bens e Serviços dos Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte (Fetracom-PB/RN) e mais 10 sindicatos do setor comercial no Estado foram condenados ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos. 

O juiz do Trabalho substituto, Francisco de Assis Barbosa Junior, julgou procedente a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho por fraudes no pagamento de horas extras.

De acordo com a ACP – de autoria do procurador-chefe do Trabalho Paulo Germano – a fraude funcionava da seguinte forma:  a cada seis meses, os funcionários eram obrigados (sob pena de demissão) a assinar acordos nas comissões de conciliação prévia recebendo parte das horas extras a que tinham direito. 

Segundo a ACP, ao invés do pagamento integral das horas extras dos empregados, a empresa, junto aos representantes dos sindicatos, os submetiam a assinatura de termos de conciliação renunciando a parte das horas extras efetivamente realizadas. Dessa forma, a empresa fazia o pagamento de apenas um salário-mínimo como forma de “compensar” as horas-extras semestrais, ferindo ainda outros direitos trabalhistas nos quais a prorrogação de jornada reflete (FGTS, 13º salário e férias).

A sentença

Conforme a decisão judicial, Além da indenização por danos morais, a empresa de supermercados fica obrigada a: abster-se de interferir na anotação da jornada efetivamente realizada pelos empregados e respeitar os limites de jornada diária e semanal; abster-se de propor ou induzir os empregados a renunciarem aos seus direitos, realizando acordos de conciliação prévia no curso dos contratos de trabalho e realizar o pagamento integral das horas extras em caso de trabalho em regime suplementar. 

Já os sindicatos, ficam obrigados a absterem-se, através de seus representantes, de conciliar reclamações decorrentes do não pagamento de horas extras no período de vigência do contrato de trabalho.

Fonte: http://reporterpb.com.br/portal/abrir.noticia/Titulo/bonanza-fecomercio-fetracom-e-10-sindicatos-da-pb-sao-condenados-por-acordos-ilegais/ID/51095

"A burguesia brasileira jamais admitiu a CLT"


Protesto


Reforma trabalhista que será apresentada pelo governo Temer deve enfrentar resistência popular



No mesmo dia em que assumiu definitivamente a Presidência da República, Michel Temer (PMDB) fez pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV para defender uma proposta de "modernização" da CLT(Consolidação das Leis do Trabalho) que, segundo ele, vai garantir a manutenção do emprego e a geração de novos postos de trabalho.
Para Ruy Braga, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em sociologia do trabalho, o discurso de Temer é uma "falácia". De acordo com Braga, o ataque aos direitos trabalhistas é a via que oempresariado brasileiro encontrou para preservar seus lucros em um cenário de grave crise econômica.
Sem poupar críticas às gestões petistas, o professor diz que medidas que ferem os direitos dos trabalhadores serão estimuladas pelo novo governo. "Temos uma ofensiva patronal com reflexo no parlamento e que conta, agora, com um poderoso aliado no Palácio do Planalto", afirma Braga, autor de livros como A Política do Precariado. "O impeachment não foi um golpe contra a democracia no sentido abstrato. Foi um golpe contra os direitos dos trabalhadores."
Leia os principais trechos da entrevista:
CartaCapital: Em seu primeiro pronunciamento pós-impeachment, Michel Temer disse ser preciso “modernizar a legislação trabalhista” e que “a livre negociação é um avanço” na relação entre trabalhador e empresa. É isso mesmo?
Ruy Braga: Tendo em vista o contexto econômico e político brasileiro, existe hoje uma pressão muito forte nos meios empresariais, que se reflete no parlamento, para articular, através do governo, uma ofensiva contra os interesses dos trabalhadores.
Essa ofensiva se organiza em três frentes: o princípio do negociado sobre o legislado, aterceirização e a flexibilização do trabalho e da jornada. Sempre que ocorre umadesaceleração econômica ou a elevação mais ou menos abrupta da taxa de desemprego, o meio empresarial credita automaticamente a crise à rigidez da CLT, que seria de alguma forma superada com a prevalência do negociado sobre o legislado.
Toda vez que se fala em reforma da CLT essa questão vem à tona, porque esta é uma lei que prevê a proteção trabalhista enfatizando a participação do sindicato. É uma ameaça permanente. A CLT tem sido constantemente reformada, e a primeira grande reforma foi exatamente após o golpe de 1964, quando os militares aprovaram a regra que instituiu o Fundo de Garantia [do Tempo de Serviço, FGTS] e acabaram com a estabilidade no emprego.
CC: E de onde vem essa ânsia?
RB: A burguesia brasileira jamais admitiu a CLT. Não como lei, pois parte substantiva do empresariado simplesmente a ignora. O que a burguesia não assume, o que os setores empresariais não suportam é a CLT como princípio, a ideia de que o trabalhador brasileiro tem no horizonte uma proteção social efetivamente definida pelo Estado e reconhecida como um campo legítimo de afirmação. É isso que não se admite.
Então eles querem reformar a CLT, e uma reforma importante seria justamente essa. A prevalência do negociado sobre o legislado favorece o empresário na medida em que são poucas as categorias com um processo de negociação coletiva consolidado. E o número de categorias que têm um processo de negociação coletiva consolidado com representação sindical forte é ainda menor.
Essa mudança colocaria a esmagadora maioria dos trabalhadores brasileiros praticamente fora da CLT, pois tudo passaria a ser negociado: quando não há negociação coletiva, o que prevalece é a legislação vigente, ou seja, é a CLT; quando se chega à Justiça do Trabalho, o que prevalece é a CLT. Esse é o ponto. A proposta é subverter essa lógica. Nada será efetivamente legislado e tudo passará a ser objeto de puro arbítrio dos setores empresariais.
CC: O governo afirma que a mudança vai gerar novos empregos...
RB: O argumento não se sustenta. Quando há desresponsabilização do processo de negociação entre capital e trabalho pelo Estado, o que tende a prevalecer é uma situação na qual o trabalhador vai aceitar todas as imposições que forem levantadas pelo setor empresarial, principalmente em momentos de crise. Seguramente, teremos uma diminuição dos salários e uma flexibilização das condições, com o aumento da jornada de trabalho. É o que o empresário deseja, em última instância, com a chamada negociação livre.
A diminuição dos salários e o aumento da jornada trazem prejuízo para o emprego. A compressão da massa salarial diminui as oportunidades, pois reduz a demanda por bens de consumo. Consequentemente, as empresas vendem menos ou tendem a produzir menos. Quanto à jornada, quando se aumenta a jornada de trabalho, diminui-se o número de trabalhadores empregados. É uma conta de aritmética simples. Tudo isso enxuga empregos e cria desemprego.
Trata-se de uma falácia achar que a negociação, chamada livre, mas que não é livre coisa nenhuma, vai criar empregos. Ela vai aprofundar a recessão e aumentar o desemprego.
CC: Por que um governo apresentaria uma proposta que pode aumentar o desemprego?
RB: A explicação é simples. A crença desses políticos, a crença do PSDB e do PMDB é que, caso seja aprovado um conjunto de medidas antitrabalhistas, os empresários passarão a investir.
Segundo eles, há desinteresse dos empresários em investir por causa do custo Brasil, porque a legislação trabalhista é antiga, porque há muito conflito, muita greve etc. Com a aprovação de uma agenda antitrabalhista, o empresário se sentiria estimulado a investir e, se ele investe, há geração de empregos. Isso é um erro enorme – mas nessa esfera não existem erros, são interesses.
CC: O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que o objetivo é fazer com que a interpretação da lei seja a mesma para trabalhador, empregador e juiz.
RB: Existe uma espécie de gritaria generalizada no setor empresarial de que a Justiça do Trabalho é pró-trabalhador, pois a CLT aponta nessa direção. A proteção trabalhista garantida pela CLT é supostamente universal. Então, quando há alguma dúvida relacionada ao processo, o trabalhador tende a ser favorecido.
Evidentemente, o ministro quer inverter essa lógica, pelo fato de a pasta ser um entreposto dos interesses empresariais no governo. Ele quer fazer com que haja uma única interpretação da CLT, que é a interpretação do empresário, do empregador.
CC: O ministro também disse que a convenção coletiva poderá aprovar uma jornada de até 12 horas por dia, limitada a 48 horas por semana, mas depois voltou atrás. Como o senhor avalia esses movimentos?
RB: Eles estão testando. Como é um governo frágil do ponto de vista da sustentação social– não do ponto de vista do parlamento –, há muita insegurança em relação ao que pode ser de fato encaminhado. Essa proposta nitidamente se encaixa nisso, é um teste.
A jornada de 12 horas é aceita quando isso é essencial para a realização de determinada atividade, então ela já está regulamentada para esses casos específicos. É muito comum na indústria, por exemplo. Mas não são todas as atividades que dependem disso. Se a ideia é ampliar isso para todas as áreas, essa é a agenda escondida.
CC: O novo governo tem força no parlamento?
RB: A frente parlamentar que quer aprovar essas contrarreformas é ampla, mas existem alguns problemas. O PSDB é parte essencial dessa frente, mas o partido não quer arcar com o ônus eleitoral e político da aprovação dessas medidas impopulares. E acho que o PMDB reconhece que essa não é exatamente a agenda que gostaria de levar adiante, porque é como se tivesse acolhido a agenda do PSDB.
Então me parece que existe um consenso acerca dessas propostas, mas não existe um consenso sobre quem vai aparecer como o pai dessa história. Se o governo Temer não levar adiante essa agenda, a janela de oportunidade que se criou com o impeachment vai naufragar.
Paulista
Milhares pedem a saída de Temer e a convocação de novas eleições, no dia 4 (Foto: Roberto Parizotti/ CUT)
CC: Em 2014, o então presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) disse que a livre-negociação já estava sendo discutida e poderia atingir todos os benefícios: vale-transporte, vale-refeição, férias...
RB: Mas não tenha dúvida. Quando se fala em universalizar a terceirização, por exemplo, ou em medidas como o legislado sobre o negociado, o que está em jogo é a supressão de benefícios trabalhistas acumulados ao longo de anos de negociações coletivas, que são formas indiretas de salário. São esses benefícios que serão cortados.
A terceirização atinge a jornada de trabalho, mas atinge também os benefícios, que serão reduzidos a um patamar mínimo de direitos. Isso é notório, conhecido pela literatura. E o drama é outro também, porque as empresas que atuam na terceirização são absolutamente precárias, abrem e fecham com uma enorme facilidade, a rotatividade é muito grande.
CC: O ministro disse que a proposta do governo para a terceirização vai incorporar diversos projetos, inclusive o PL 4330/2004, aprovado na Câmara em 2015. Ele também falou mais de uma vez que o foco da discussão deve estar no conceito de “serviço especializado”, mas, segundo ele, nesse conceito não entra a discussão de atividade-fim e atividade-meio. O que o ministro quer dizer?
RB: A distinção entre atividade-fim e atividade-meio foi estabelecida pela Justiça do Trabalho e, para efeito de terceirização, só é possível terceirizar atividades-meio. É uma norma, não tem tanta força quanto teria uma lei, mas é uma norma que já pacificou os conflitos jurídicos em torno da terceirização. O problema é que, quando você introduz conceitos exóticos como ‘serviço especializado’, você destrói a fronteira consagrada entre fim e meio.
Em última instância, qualquer serviço pode ser considerado especializado. Se o debate se desloca para isso, você perde exatamente essa fronteira nítida entre atividade-fim e atividade-meio. São vários os projetos que supostamente regulamentariam a terceirização, mas que na verdade querem estabelecer um tipo de terceirização que não tem limite nenhum.
O grande objetivo é romper com essa distinção entre o meio e o fim. Rompida essa separação, pode tudo, eles irão terceirizar toda a força de trabalho que for passível de ser terceirizada. Porque a terceirização é um processo tão deletério do ponto de vista do trabalhador que pode ser desastroso naquelas empresas que dependem de uma força de trabalho mais qualificada. Mas todo o resto vai virar terceirizado.
Em 2014 eu fiz um cálculo e cheguei à conclusão de que a aprovação de um projeto como o PL 4330/2004 provocaria uma mudança estrutural no mercado de trabalho brasileiro. Na época, tínhamos um mercado com 50 milhões de carteiras de trabalho assinadas, sendo que 12 milhões eram trabalhadores terceirizados.
Devido à alta de rotatividade, à concorrência entre as empresas e assim por diante, em cinco anos teríamos 30 milhões de trabalhadores terceirizados, e não mais 12 milhões. Os únicos setores que não terceirizariam completamente seriam o Estado e as empresas dependentes de uma força de trabalho mais qualificada. Todas as outras terceirizariam.
Ruy-Braga
O sociólogo Ruy Braga, professor da USP (Foto: Folhapress)
CC: São vários os projetos em tramitação no Congresso que propõem mudanças nas leis trabalhistas, certo?
RB: Sim. São 27 ao todo, se não me engano. Muitos se sobrepõem: regulamentação da terceirização sem limite; a redução da idade para o início da atividade laboral de 16 para 14 anos, que é outra maneira de criar mais desemprego; a proibição de o empregado demitido reclamar na Justiça do Trabalho; a suspensão do contrato de trabalho sem nenhum tipo de ônus; a prevalência do negociado sobre o legislado; a prevalência de convenção coletiva sobre as instruções normativas do Ministério do Trabalho; a extinção da multa de 10% sem justa causa...
Temos uma avalanche de medidas, muitas delas apresentadas por deputados da base de Temer. Há uma ofensiva patronal com reflexo no parlamento e que agora conta com um poderoso aliado no Palácio do Planalto.
Muitas dessas medidas não avançavam porque a presidente da República [Dilma], no limite, iria vetar. Agora não mais. Agora as medidas irão tramitar, serão votadas e muitas delas – não digo todas, até porque muitas delas são absolutamente absurdas – serão aprovadas e serão até estimuladas pelo Planalto. Essa é a diferença. Eu insisto na tese de que o impeachment não foi um golpe contra a democracia no sentido abstrato. Foi um golpe contra os direitos dos trabalhadores.
CC: Por quê?
RB: O objetivo imediato é parar a Operação Lava Jato. O segundo objetivo é a eleição presidencial de 2018, de impedir que o Lula seja candidato. Porém, o objetivo de fundo é fazer um ajuste estrutural da economia brasileira, uma transformação radical que tenha como vértice esse tipo de expediente para acumulação de capital.
Então, é preciso eliminar os direitos do trabalho, limitá-los da maneira mais extrema possível, informalizar o mercado e eliminar qualquer tipo de garantia ou proteção trabalhista para as empresas poderem acumular o mais rapidamente possível.
É isso que está na agenda do empresariado. É isso que a Fiesp mira, é isso que os bancos miram. Mas isso não garante o crescimento econômico e vai ter efeitos devastadores sobre a arrecadação e a formação da massa salarial para o consumo. Ou seja, é uma medida que favorece poucos setores da economia e vai minar nossa base de crescimento econômico por muitos anos.
CC: De que forma os governos do PT contribuíram com essa ofensiva patronal?
RB: Eles abriram as portas e as janelas para esse tipo de iniciativa. Em primeiro lugar, por inação. Em 13 anos, o mais avançado que os governos do suposto ‘partido dos trabalhadores’ fizeram foi equalizar os direitos das empregadas domésticas.
Em segundo lugar, por ação. O governo Lula começa em 2003, e a primeira medida que ele toma é a reforma da Previdência do funcionário público, ou seja, uma reforma antitrabalhista. Depois de reeleita, Dilma adotou medidas contra o seguro-desemprego, medidas que foram lidas corretamente, diga-se de passagem, pelo setor empresarial, como uma espécie de sinal verde para o avanço sobre os direitos trabalhistas.
CC: O que explica isso é o modelo de governo petista, um governo de conciliação?
RB: Isso está no DNA do próprio ‘lulismo’. Seu modo de regulação do conflito classista no País procurou fazer concessões aos dois lados, ou seja, ao capital e aos trabalhadores. O problema é que, durante o período de crescimento, isso foi possível até certo ponto. De fato o mercado de trabalho brasileiro cresceu em termos de formalização, tivemos uma política que minimamente valorizou o salário mínimo e muitas categorias obtiveram negociações coletivas vantajosas, acima da inflação. Houve algum avanço, pequeno e modesto, evidentemente com enormes concessões para os setores empresariais.
No entanto, em 2011, 2012, quando o País é atingido pelo fim do superciclo das commodities e há de fato uma desaceleração econômica, não há mais condições de sustentar essas políticas, porque não há mais concessões a fazer.
Então o setor empresarial deixa de fazer qualquer tipo de concessão, o que força a um acirramento, a um aprofundamento de uma luta distributivista: não cabe mais todo mundo e quem perde passa a ser o trabalhador.
É por isso que há uma redefinição da agenda dos setores empresariais, que tinham sido inclusive seduzidos pelo governo a fazer parte de um pacto neodesenvolvimentista com Fiesp, CUT, Força Sindical e governo Dilma.
Eles abandonam esse barco porque percebem que já não têm mais espaço para conceder nada, pelo contrário. Percebem que a acumulação, o crescimento econômico e a lucratividade das empresas vão depender cada vez mais desse avanço sobre os direitos dos trabalhadores e, indiretamente, sobre os direitos previdenciários.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/burguesia-brasileira-jamais-admitiu-a-clt?utm_content=buffer5c83b&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

Quem quer aposentadoria aos 65 anos nunca cortou cana ou carregou cimento.

Normalmente quem defende a imposição da idade mínima de 65 anos para aposentadoria somos nós, jornalistas, cientistas sociais, economistas, administradores públicos e privados, advogados, políticos.
Afinal de contas, o que são 65 anos para nós, que trabalhamos em atividades que nos exigem muito mais intelectualmente?
Diante da incapacidade de se colocar no lugar do outro, do trabalhador e da trabalhadora que dependem de sua força física para ganhar o pão, no campo e na cidade, esquecemos que seus corpos se degradam a uma velocidade muito maior que a dos nossos.
Ou seja, a menos que tenham tirado a sorte grande na loteria da vida, eles tendem a ter uma vida mais curta (e sofrida) que a nossa. No Maranhão, a média da expectativa de vida masculina é de 66 anos.
Já fiz esse debate por aqui, mas quero retomá-lo por conta da notícia de que o governo federal quer priorizar as mudanças no INSS entre todas as reformas que pretende tocar.
''Eu pessoalmente, e penso que falo em nome do presidente Temer, penso que nós não devemos nesse momento trazer para um debate mais amplo nenhum tema que não seja a reforma fiscal e a reforma da Previdência'', afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, nesta segunda (12). ''Penso que nós vamos centrar fogo neste momento até nós conseguirmos aprovar essas duas reformas, que são fundamentais para o Brasil.''
Você que está, neste momento, fazendo mimimi para isso, provavelmente não costuma carregar sacos de cimento nas costas durante toda uma jornada de trabalho, cortar mais de 12 toneladas de cana de açúcar diariamente, queimar-se ao produzir carradas de carvão vegetal para abastecer siderúrgicas e limpar pastos ou colher frutas sob um sol escaldante.


Carvoaria em Minas Gerais. Foto: João Roberto Ripper
Carvoaria em Minas Gerais. Foto: João Roberto Ripper
Ou, se teve uma vida com essas provações e, mesmo assim, concorda com os doutores que defendem essa mudança em nome dos cofres públicos, achando que ''quem quer se aposentar antes dos 65 é vagabundo'', parabéns. Você consegue, como ninguém, exercer o papel de cão de guarda do capital alheio.
Aos 14 anos, muitos desses trabalhadores já estavam na luta e nem sempre apenas como aprendizes, como manda a lei. Às vezes, começaram no batente até antes, aos 12, dez ou menos. Afinal, no Brasil, acredita-se que o ''trabalho molda o caráter da criança''.
Os sábios que estão discutindo no Ministério da Fazenda a questão da imposição da idade mínima como requisito, além, é claro, do tempo de contribuição e/ou de serviço, deveriam ter que explicar a proposta, cara a cara, para um grupo de cortadores de cana ou de pedreiros.
Sem meias palavras, sem enganações. Se sair inteiro de lá, pode tocar.
O ideal seria, antes de fazer uma Reforma da Previdência Social, garantirmos a qualidade do trabalho no Brasil, melhorando o salário e a formação de quem vende sua força física, proporcionando a eles e elas qualidade de vida – seja através do desenvolvimento da tecnologia, seja através da adoção de limites mais rigorosos para a exploração do trabalho. O que tende a aumentar, é claro, a produtividade.
Mas como isso está longe de acontecer (basta ver a ''vida'' dos empregados de frigoríficos em todo o país, que são aposentados por invalidez aos 30 e poucos anos por sequelas deixadas pelo serviço), a discussão talvez passe por um regime diferenciado para determinadas categorias. E, mesmo assim, não será simples, pois em algumas delas os profissionais são levados aos limites e aposentados por danos psicológicos – ou chegam aos 60 sem condições de desfrutar o merecido descanso.
Há milhões de pessoas, fundamentais para o crescimento do país, que se esfolam a vida inteira e não devem ser deixadas na beira da estrada quando deixarem a população economicamente ativa.
Infelizmente, o governo federal acha que o Brasil é um grande escritório com ar condicionado.

Fonte: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/09/12/quem-quer-aposentadoria-aos-65-anos-nunca-cortou-cana-ou-carregou-cimento/

Campanha de Sindicalização 2016: Parceria com o Dr Morgan Mota



Durante a Campanha de Sindicalização 2016 promovida pelo SINDECC, o sindicato vem firmando vários convênios a fim de proporcionar benefícios a toda categoria comerciária. Confira a entrevista com o fisioterapeuta e acupunturista Dr Morgan Mota (Centro Médico Dr João Farias), mais um parceiro do SINDECC.

Aqueles que não são associados ao SINDECC, mas que desejam usufruir dos benefícios oferecidos à categoria, devem procurar a Sede do sindicato, estabelecida na Rua Mestre Pedro, nº 31, Centro, Caruaru – PE, com a documentação necessária para a confecção da carteira de sócio, qual seja: Cópias do RG, CPF, CTPS (Carteira de Trabalho), Comprovante de Residência e 02 fotos 3x4 originais.


Seja forte, seja sócio. Por um sindicato unificado! 

CONVÊNIOS MÉDICOS DO SINDECC




O SINDECC disponibiliza para os comerciários associados e seus dependentes, descontos nas consultas médicas.

Documentos necessários para fazer a carteira de sócio do SINDECC:

- RG
- CPF
- CTPS (Carteira de Trabalho)
- Comprovante de Residência
- 2 foto 3x4
Observação: trazer os originais
Informações:
Fones: 81.3721.2894 - 99937.6674
Sede Provisória: Rua Mestre Pedro, 31
Centro - Caruaru - PE
Atendemos das 08h às 18h, de segunda à sexta e nos sábados, das 09h às 13h.
CEP 55.002-380

SEJA VOCÊ TAMBÉM, SÓCIO DO SEU SINDICATO!

Confira a lista de médicos e das clinicas.
ACUPUNTURA
DRA. AUDENORA BEZERRA
RUA SILVINO MÂCEDO, 130, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3719-6551
DR. THIAGO MORGAN MOTA
AV. DOM BOSCO, 125, MAURÍCIO DE NASSAU (PROX. AO COLÉGIO ESTADUAL)
99916-4270 OU 99916-4271.

ANGIOLOGIA
DR. JOSÉ MILTON VITAL DE BRITO
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 1221, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-9160
DR. PAULO ROMERO MACIEL
Rua RODRIGUES DE ABREU, 203, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-5666

CARDIOLOGIA
DR. IDA MARIA SANTOS GUERRA
CENTRO MÉDICO DO AGRESTE, 3°ANDAR,
RUA ARTHUR ANTÔNIO DA SILVA, 625, UNIVERSITÁRIO
(81) 3721-8854
DR. ANDERSON CARLOS ALMEIDA
EMPRESARIAL DIFUSORA, 8° ANDAR, AV. PEDRO JORDÃO, 333, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 2103-4566 – 3095-4801 – 3723-5873 – 99947-7341
DR. JOSIEDSON PONTES FARIAS
RUA EQUATORIAL, 39, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-7697
DR. JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA
RUA AGAMENON MAGALHÃES, 555, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-3113
DR. JOSÉ CARLOS FERREIRA DA SILVA
AV. RODRIGUES DE ABREU, 22, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-6458

CLÍNICA GERAL
DR. IDA MARIA SANTOS GUERRA
CENTRO MÉDICO DO AGRESTE, 3°ANDAR, RUA ARTHUR ANTÔNIO DA SILVA, 625, UNIVERSITÁRIO.
(81) 3721-8854

DERMATOLOGIA
DR. ALEJANDRO ERNESTO DE PAULA RUIZ
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 1209, 1° ANDAR, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-8918
DR. MARIA DO CARMO LISBOA
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 1036, 2° ANDAR, CENTRO MÉDICO RENAN VILAR
(81) 3723-8924

ENDOSCOPIA DIGESTIVA
DR. PAULO ROMERO MACIEL
Rua RODRIGUES DE ABREU, 203, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3722-5566
DR. CICERO ELIAS CLÍNICA SANTA MADALENA
PRAÇA SÃO FRANCISCO, 15-B, SÃO FRANCISCO.
(81) 3727-4329

FISIOTERAPIA
DR. THIAGO MORGAN MOTA
AV. DOM BOSCO, 125, PRÓX. AO COLÉGIO ESTADUAL MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 99946-4270 99946-4271
DR. CARLOS VINÍCIUS BEZERRA DUARTE
RUA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, 381, MAURÍCIO DE NASSAU (81) 3721-1370 PRÓX. A PRAÇA CHICO PORTO EM FRENTE À IMAGEM DA SANTA
DR. JOSÉ GALDÊNIO DE LIMA FERNANDES (ESPECIALIDADE RPG)
Rua NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, 381. MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-1370 PRÓX. A PRAÇA CHICO PORTO EM FRENTE À IMAGEM DA SANTA

GINECOLOGIA
DR. SANDRA VALÉRIA LUCENA R. WALFRIDO NUNES, 303 SALA, 203. MAURÍCIO DE NASSAU (81) 3721-4448
DR. SHIRLEY MAGALY MACIEL (CIAN)
AV. PROF. JOSÉ LEÃO, 270, MAURÍCIO DE NASSAU. (81) 3721-1599
DR. LIBELINA MOTTA SIMPLÍCIO
AV. PEDRO JORDÃO, 855 CLÍNICA BARTOLOMEU MOTA MAURÍCIO DE NASSAU (81) 3721-1426
DR. VALCARLA TORRES
CLÍNICA SÃO LUCAS, Rua RODRIGUES DE ABREU, 102, MAURÍCIO DE NASSAU
DR. FLÁVIO GURGEL
(81) 3723-7962
CENTRO MÉDICO DO AGRESTE
Rua ARTHUR ANTÔNIO DA SILVA, 625, 4° ANDAR, UNIVERSITÁRIO
(81) 3722-2978
DR. Fernando Antônio
Rua Nossa Senhora de Fátima, 43, Mauricio de Nassau
(81) 2103.1944
DR.OSMAR M. DE ALMEIDA.
AV.PROF. JOSÉ LEÃO, 270- CIAN. MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-1599

IMPLANTODONTIA
DR. ROSE TATIANE PATRIOTA
Rua MARCIONILO FRANCISCO DA SILVA, 180. MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3722-2227

NUTRIÇÃO
DRA. MONÁZIA SANTOS DIAS DA SILVA CLÍNICA SILOE
(81) 2104-1200 / 99132-6648
DR. FRANSILVÂNIO ALMEIDA DE BARROS
Rua PARNAÍBA, 99 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 99959-9128 / 99411-8218
ODONTOLOGIA DR. JÔNATAS CAVALCANTE MOURA FERREIRA
PRAÇA LEOCÁDIO PORTO, 31 1° ANDAR SALA 107. CENTRO
(81) 3137-6371
DR. PEDRO CAIO ALVES
Rua PORTO ALEGRE 101 CENTRO
(81) 9381-1487/9506-3838/3045-0080
DR.THIAGO MACÁRIO
R. CURSINO, 753 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-6699
DR. CLAÚDIA SANTOS MACÁRIO (ESPECIALIDADE HÁLITOSE)
Rua JOÃO CURSINO, 753 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-6699
DR. DANIELLA CRISTINA COSTA DE OLIVEIRA
Rua FLORIANO PEIXOTO, 209 CENTRO
(81) 3045-4435
DR. VALTER SOUZA
Rua RIACHUELO, 159 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3095-0848
DR. ELIANA TAVARES PORTO (ESPECIALIDADE APARELHO)
Rua NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 360 MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-7910
DR. CARLOS KLEBER TABOSA
Rua MAJOR SINVAL, 94 CENTRO.
(81) 3721-2838 (POR TRAZ DA CATEDRAL)
DR. AGNALDO PLÁCIDO
Rua JOÃO CURSINO, 753 MAURÍCIO DE NASSAU (81) 3721-6699

OFTALMOLOGIA
DRA. ANA NERY RAMOS CINTRA
CLÍNICA SÃO JOSÉ Rua PARANAÍBA, 171, DIVINÓPOLIS PRÓX. A SANTA EFIGÊNIA
(81) 3723-3330
DRA. VERÔNICA SANTIAGO
Rua DEP. SOUTO FILHO, 108 MAURÍCIO DE NASSAU PRÓX. AO COLÉGIO DIOCESANO (81) 3721-1578
DR. PAULO FERNANDO
CLÍNICA SÃO LUCAS, Rua RODRIGUES DE ABREU, 102, MAURÍCIO DE NASSAU (81) 3721-6274
DR. MELLO MOTTA
Rua VISCONDE DE INHÚMA, 1361, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-0775
DR. MARIA DE FÁTIMA
AV. RIO BRANCO, 144, CENTRO
(81) 3721-8690
DRA. NADJA CALDAS E DR. JOÃO CALDAS (IOC)
Rua WALFRIDO NUNES, 303, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 2103-3333

ORTOPEDIA
DR. BARTOLOMEU MOTA
AV. DR. PEDRO JORDÃO, 855 MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-1426

OTORRINOLARINGOLOGIA DR. ANDERSON MORAIS
Rua EQUATORIAL, 30 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-1806
DR. MARIA DE FÁTIMA
AV. RIO BRANCO 144 CENTRO
(81) 3721-8690
DR. VALMIR MACÁRIO
Rua JOÃO CURSINO 753 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-1306
DR.TEREZA MARQUES
Rua NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 98 MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3095-0142
DR. KLEBER NASCIMENTO
CLÍNICA BARTOLOMEU MOTA AV. PEDRO JORDÃO, 855
(81) 3721-1426 MAURÍCIO DE NASSAU

PEDIATRIA
DR. CAROLINE CAVALCANTE GONÇALVES
AV. PROF. JOSÉ LEÃO, 383 MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-0239
DR. MARIA DE LOURDES
AV. PROF. JOSÉ LEÃO, 383, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-0239
DR. AUREA SOARES TERTULIANO
Rua WALFRIDO NUNES, 303, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3722-1717

PILATES
DR. LAIS CRISTHINNE SABINO GONDIM
Rua NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, 71, MAURÍCIO DE NASSAU.
ZENTER LIFE
(81) 3046-6901/ 99588-8368
CARLOS VINÍCIUS BEZERRA DUARTE
Rua NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, 381, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81)3721-1370 PRÓXIMO DA PRAÇA CHICO PORTO EM FRENTE À IMAGEM DA SANTA.

PNEUMATOLOGIA
DR. ERALDO SIMÕES CLÍNICA SÃO LUCAS
Rua RODRIGUES DE ABREU, 102, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3723-7962
DR. AMADEU CLÍNICA JOSÉ AMADEU
Rua 1° DE MAIO, 63, CENTRO
(81) 3721-7336 PRÓX. A IGREJA DO ROSÁRIO

PROCTOLOGIA
DR. JOSÉ MILTON VITAL
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 1221, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3721-9160

PSICOLOGIA
CENTRO DE PSICOLOGIA ZENAIDE MOTA SILVEIRA
Rua LUIS DE CAMÕES, 493, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3723-5674
DR. ANA CLAUDIA SALES FERRAZ
Rua PARNAÍBA ,99, 1° ANDAR, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 99319-4411
DR. AUDENORA BEZERRA DE MELO
Rua SILVINO MACÊDO, 130, MAURÍCIO DE NASSAU
(81) 3719-6551

Urologia
CLÍNICA UROAGRESTE
DR. JOÃO ALEIXO
DR. ROBERTO SANTOS
DR. EVANDILSON GUENS
DR. HUDE LUCENA DR. SILVIO MOURA
Rua SALDANHA MARINHO, 535, MAURÍCIO DE NASSAU.
(81) 3721-7506

CLÍNICAS
CLÍNICA SANTA MADALENA
PRAÇA FRANCISCO, 15-B,
(81) 3727-4329, SÃO FRANCISCO, CARUARU/PE
CLÍNICA BARTOLOMEU MOTA
AV. DR. PEDRO JORDÃO, 855, MAURÍCIO DE NASSAU CARUARU/PE
(81) 3721-1426/99740-1166/3045-1360

CLÍNICA VIDA E SAÚDE
RUA BARTOLOMEU DE ANACLETO, 461, BAIRRO – SALGADO – CARUARU
(81) 3724-1760 - TIM - (81) 9.9795-5296 - VIVO - (81) 8279-2830 - CLARO - (81) 9.9217-4323
FARMÁCIA DE MANUPULAÇÃO
A FÓRMULA
AV. MANOEL DE FREITAS, 74. CENTRO
(81) 3721-7176

LABORATÓRIOS
AMESP
Rua DEP. SOUTO FILHO, 52 MAURÍCIO DE NASSAU.
CECILIANO FERREIRA
(81) 3721-7181
Rua BARÃO DO PORTO SEGURO, 127 MAURÍCIO DE NASSAU.
LUIS ALBERTO FLÔRENCIO
(81) 9427-6427
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 834 MAURÍCIO DE NASSAU
LABOC
(81) 3721-6721
Rua BELMIRO PEREIRA, 282, MAURÍCIO DE NASSAU
LAAF
(81) 3721-0948
Rua OSVALDO CRUZ, 312, MAURÍCIO DE NASSAU
CLAMED CLÍNICA BARTOLOMEU
(81) 3721-0234
Rua DR. PEDRO JORDÃO, 855, MAURÍCIO DE NASSAU
ULTRASSONOGRAFIA
(81) 3721-1426/99740-1166


BARROS E CALAZANS CENTRO DIAGNÓSTICOS LTDA
Rua TROPICAL, 94, VIZINHO ONDE FUNCIONAVA A UROAGRESTE – OBS: NA MESMA RUA AO LADO DO SUPERMERCADO VERDÃO
(81) 3723-4339

DR. MANOEL FLÔRENCIO
AV. AGAMENON MAGALHÃES, 834, MAURÍCIO DE NASSAU. CARUARU/PE
(81) 3727-7000

UNIMAGEM (ULTRASSONOGRAFIA E RAIO-X)
Rua RODRIGUES DE ABREU, 511, MAURÍCIO DE NASSAU CARUARU/PE
(81) 3722-8850

Aqueles que não são associados ao SINDECC, mas que desejam usufruir dos benefícios oferecidos à categoria, devem procurar a Sede do sindicato, estabelecida na Rua Mestre Pedro, nº 31, Centro, Caruaru – PE, com a documentação necessária para a confecção da carteira de sócio, qual seja: Cópias do RG, CPF, CTPS (Carteira de Trabalho), Comprovante de Residência e 02 fotos 3x4 originais.


Seja forte, seja sócio. Por um sindicato unificado!