sexta-feira, 29 de julho de 2016

Em defesa da educação pública: FORA TEMER!!!


AMANHÃ (DIA 30), NÃO HAVERÁ FUNCIONAMENTO NA SEDE DO SINDECC

O SINDECC informa que amanhã, dia 30, sua sede provisória, localizada na Rua Mestre Pedro, nº 31, centro, estará fechada. Estaremos participando do Ato “Em defesa da educação pública: FORA TEMER” às 09h no Marco Zero – Caruaru / PE (ver cartaz).





quinta-feira, 28 de julho de 2016

DEMISSÃO: ALCOOLISMO CRÔNICO NÃO PODE SER MOTIVO DE JUSTA CAUSA






































Quando a empresa tem conhecimento que o funcionário é alcoólatra crônico ele deve ser encaminhado para tratamento e não ser demitido por justa causa. Se for detectado que o empregado precisará se afastar de suas funções, ele pode obter o auxílio-doença.

Fonte: https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1386447484704604/?type=3&theater

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Governo Temer age como um bando de abutres contra trabalhadores, afirma professor da USP






















Antonio Carlos Mazzeo prevê grandes conflitos sociais
Por Lúcia Rodrigues
Caros Amigos
O governo do presidente interino, Michel Temer, é classificado pelo cientista político e professor da USP, Antonio Carlos Mazzeo, como um bando abutres.
“Age como um bando de abutres contra os direitos dos trabalhadores. Esse programa do Temer não foi sufragado nas urnas. Está sendo imposto de maneira sorrateira. É de direita, voltado para os empresários”, critica.
Mas Mazzeo, destaca que Temer vai encontrar uma forte resistência da sociedade civil organizada para implantar essa política. “Não dá para desprezar a capilaridade do PT e da CUT, e tem o MTST, o MST", frisa.  
“O ministro da Fazenda, Henrique Meireles, já disse que é necessário rever a Previdência. Rever o quê?”,  questiona Mazzeo. “A maioria das pessoas não votou nesse programa. Esse é o projeto do Aécio, que eles querem impingir de maneira sorrateira. Quando começarem a mexer em direitos, como férias, hora de almoço, FGTS, licença maternidade vão encontrar resistência.”
O professor ressalta que talvez por isso, o ministro escolhido para ocupar a pasta da Justiça seja Alexandre de Moraes, ex-secretário de Segurança Pública do governo Alckmin (PSDB).
“Nomeou para a Justiça um homem conhecidamente truculento, que ampliou a violência policial (em São Paulo), que maquiou os dados da Secretaria de Segurança, que agrediu estudantes (nas desocupações de escolas), quando a justiça disse que não podia, desrespeitou o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Então quem nomeia um ‘tipo’ desses, que age como fascista, para ser ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, não está interessado em dialogar com os movimentos sociais. Na Educação, que ele fundiu com a Cultura, nomeou um homem do DEM, que é contra as cotas. Prevejo grandes conflitos sociais”, enfatiza.

Fonte: http://carosamigos.com.br/index.php/politica/6795-governo-temer-age-como-um-bando-de-abutres-contra-trabalhadores-afirma-professor-da-usp

Décimo Terceiro Salário: Quem tem direito a receber e como funciona?




























O décimo terceiro salário, também conhecido como gratificação natalina, foi instituído no Brasil em 1962 pela Lei 4.090. A norma garante que o trabalhador receba o correspondente a um doze avos da remuneração por mês de serviço, ou seja, um salário extra ao fim de cada ano. Mas quem tem direito a receber e como funciona? Confira no quadro #DireitoGarantido desta semana e descubra!

Ouça: http://bit.ly/2a11tAm

Fonte: 
https://www.facebook.com/TSTJus/photos/a.128649670542753.30462.123064837767903/1147720971968946/?type=3&theater

segunda-feira, 25 de julho de 2016

ALINE SIMÃO CONVIDA A CATEGORIA COMERCIÁRIA PARA ASSEMBLEIA NO SINDECC


Contamos com presença de todas e todos para que possamos construir um movimento sindical forte e autônomo. 

Onde: Sede provisória do SINDECC (Rua Mestre Pedro, 31, centro, Caruaru - PE)
Horas: 19:00
Data: 04 de agosto de 2016

SEJA FORTE, SEJA SÓCIO. POR UM SINDICATO UNIFICADO!





CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO 2016: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.



O SINDECC convida toda a categoria comerciária para participar de Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 04 de agosto. A equipe de diretores e funcionários do sindicato estará no ato da assembleia tirando todas as dúvidas possíveis no âmbito do direito do trabalho. Iremos também, repassar para a categoria, todos os benefícios de se associar ao SINDECC, mostrando uma série de convênios que o sindicato vem firmando para beneficiar ainda mais seus associados.

Contamos com presença de todas e todos para que possamos construir um movimento sindical forte e autônomo.

Onde: Sede provisória do SINDECC (Rua Mestre Pedro, 31, centro, Caruaru - PE)
Horas: 19:00
Data: 04 de agosto de 2016

SEJA FORTE, SEJA SÓCIO. POR UM SINDICATO UNIFICADO!

CONVITE: Jornada Nacional de Debates em Caruaru do DIEESE



























Convite para atividade entre centrais sindicais e sindicatos a ser realizada no SINDECC. Esta atividade, elaborada pelo DIEESE e com a parceria do SINDECC, visa "reunir" o movimento sindical para discutir os desafios da negociação coletiva  e atuação sindical no cenário atual. 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

ALINE SIMÃO CONVIDA A CATEGORIA COMERCIÁRIA PARA ASSEMBLEIA NO SINDECC



Contamos com presença de todas e todos para que possamos construir um movimento sindical forte e autônomo. 

Onde: Sede provisória do SINDECC (Rua Mestre Pedro, 31, centro, Caruaru - PE)
Horas: 19:00
Data: 04 de agosto de 2016

SEJA FORTE, SEJA SÓCIO. POR UM SINDICATO UNIFICADO!

CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO 2016: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.


O SINDECC convida toda a categoria comerciária para participar de Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 04 de agosto. A equipe de diretores e funcionários do sindicato estará no ato da assembleia tirando todas as dúvidas possíveis no âmbito do direito do trabalho. Iremos também, repassar para a categoria, todos os benefícios de se associar ao SINDECC, mostrando uma série de convênios que o sindicato vem firmando para beneficiar ainda mais seus associados.

Contamos com presença de todas e todos para que possamos construir um movimento sindical forte e autônomo.

Onde: Sede provisória do SINDECC (Rua Mestre Pedro, 31, centro, Caruaru - PE)
Horas: 19:00
Data: 04 de agosto de 2016

SEJA FORTE, SEJA SÓCIO. POR UM SINDICATO UNIFICADO!

HSBC é condenado a indenizar gerente rebaixado ao voltar de licença médica por síndrome do pânico

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo contra condenação ao pagamento de indenização a um gerente de agência rebaixado de função ao retornar de licença médica. Na agência em Varginha (MG), da qual foi gerente por mais de 11 anos, ele foi colocado para trabalhar em local onde cabia apenas uma pessoa, sem ar condicionado e monitorado por câmera de vídeo.
O valor da indenização foi arbitrado na primeira instância, que condenou o HSBC por danos morais, e mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG). Segundo o TRT, o bancário, com mais de 27 anos de serviços prestados ao HSBC, sofreu rebaixamento imotivado, passando a realizar funções meramente operacionais, em geral realizadas pelos caixas bancários. "A situação de rebaixamento foi por ele vivenciada no mesmo ambiente laboral, perante a mesma equipe de trabalho, em relação à qual ele detinha função diferenciada de gerência, tornando o impacto pessoal da mudança muito mais penoso para o empregado", afirmou o Regional.
O HSBC recorreu ao TST alegando que o TRT excedeu os valores rotineiramente arbitrados a título de danos morais em casos semelhantes, fixando a indenização muito superior ao razoável. O relator do recurso, ministro Barros Levenhagen, porém, considerou que o valor de R$ 100 mil foi razoável e proporcional, levando-se em conta a gravidade do dano experimentado pelo bancário e "a avantajada estatura econômico-financeira do banco e o caráter pedagógico inerente ao ressarcimento do dano moral". Para Levenhagen, ficou evidente, diante dos registros do TRT, "a contínua desvalorização profissional, da qual se segue o caráter discriminatório do empregador", por se tratar de trabalhador que antes exerceu função de gerência por pelo menos 11 anos.
Entre as informações sobre as condições experimentadas pelo trabalhador, o ministro destacou especialmente o fato de que ele já estava afastado por problemas de saúde que envolviam aspectos psicológicos - depressão e síndrome do pânico. A situação teria levado o bancário à perda de confiança em si mesmo, "à desconstrução da imagem pessoal de um profissional que havia construído sólida carreira bancária, sem qualquer mácula que o denegrisse".
Por outro lado, foi comprovada a gravidade do dano também em razão do meio ambiente impróprio, e as condições físicas do novo local de trabalho reforçam, segundo o relator, o intuito discriminatório do banco. De acordo com testemunhas, tratava-se de local pequeno, quente, apertado, onde ficava apenas uma pessoa, sem ar condicionado e monitorado por câmera de vídeo, sem qualquer contato com os colegas.
A decisão foi unânime. Logo após a publicação do acórdão, o HSBC interpôs embargos à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1).
(Lourdes Tavares/CF)
O número do processo foi omitido para preservar a intimidade do trabalhador.

Fonte: 
http://www.tst.jus.br/

quinta-feira, 21 de julho de 2016

A quem beneficiará esta terceirização?

video

Em matéria veiculada no Jornal Nacional (mídia burguesa) na noite de ontem (20/07), o Governo fascista de Michel Temer encaminhou proposta de mudanças nas Leis Trabalhistas, mudanças estas, que apenas beneficiará os empresários e achatará ainda mais a classe trabalhadora. Em contrapartida, esse mesmo Governo, já aprovou 41,5% de aumento para os servidores do judiciário. Ou seja, a classe trabalhadora mais do que nunca tem que se mobilizar e se fortalecer contra esses ataques ou continuaremos sendo pisoteados pela burguesia do país e o imperialismo das terceirizações.

Sindicato dos Comerciários de Caruaru 

FGTS PODERÁ SER USADO COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO


 Foi sancionada nesta semana a Lei 13.313/2016, que permite o uso de parte dos recursos da conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da multa rescisória como garantia de empréstimo consignado em folha por trabalhadores da iniciativa privada. A Caixa Econômica Federal deve determinar os procedimentos operacionais necessários ao cumprimento da nova regra.

Fonte: 
https://www.facebook.com/CSJToficial/photos/a.216607375021960.69145.216339151715449/1385080891507930/?type=3&theater

CONVITE: Jornada Nacional de Debates em Caruaru do DIEESE


Operadora de produção dispensada aos 7 meses de gravidez ganha direito a indenização em Manaus





































Em sentença proferida pela 17ª Vara do Trabalho de Manaus, empresa do Distrito Industrial de Manaus é condenada a pagar o valor de R$14.437,49 para trabalhadora demitida por justa causa aos 7 meses de gravidez.
A reclamante foi admitida em março de 2013, para exercer a função de operadora de produção, atividade desempenhada até julho de 2015, quando foi dispensada por justa causa. A empresa demitiu a funcionária alegando que ela estava faltando ao trabalho sem apresentar justificativa.
Ela entrou na Justiça do Trabalho em janeiro de 2016, pleiteando a anulação da dispensa por justa causa e o reconhecimento da dispensa imotivada, bem como o pagamento das verbas devidas, inclusive, o aviso prévio com integração no tempo de serviço. Em petição inicial, a reclamante solicitava, ainda, o pagamento de toda a remuneração correspondente ao seu período de afastamento, além dos demais direitos trabalhistas assegurados, computando-se o prazo em que esteve afastada para todos os fins legais em relação ao seu contrato de trabalho. O valor da causa era R$ 24.568,90.
Em maio deste ano, a juíza do trabalho substituta da 17ª Vara do Trabalho de Manaus, Adriana Lima de Queiroz, julgou parcialmente procedentes os pedidos da reclamante, condenando a reclamada a pagar aviso prévio proporcional, 13º salário proporcional, férias, e indenização de 7 meses de estabilidade gravídica, com reflexos sobre 13º salário, férias e FGTS.
Na sentença, a magistrada considerou o estado de gravidez da operadora de produção, afirmando "ser um período pelo qual a mulher passa por uma série de alterações de ordem física, hormonal, emocional, dentre outras, em razão de sua própria estrutura, para possibilitar o crescimento da vida que está sendo gerada em seu ventre. Devido às transformações que estava sofrendo, a reclamante necessitou, por vezes, de mais descanso e repouso devido aos riscos que ameaçavam sua saúde e o desenvolvimento da gravidez e da própria criança", citou em sentença. Tais fatos, não foram levados em consideração pela empresa.
Também foram analisados os controles de ponto juntados pela reclamada, constatando-se que as faltas pelas quais ela foi punida só começaram a ocorrer após a gestação. A juíza que proferiu a sentença entendeu que a empresa poderia ter avaliado o contexto e dispensado um tratamento especial, diante da situação da operadora de produção, a qual não tinha o hábito de faltar sem justificativas, antes de engravidar.
Após apuradas as informações apresentadas pelas partes, a juíza entendeu "que a reclamada agiu de forma exacerbada quando decidiu demitir a obreira por justa causa, justo no momento em que mais precisava de proteção, faltando apenas dois meses para o nascimento do bebê", concluiu a magistrada na sentença. Ela considerou ilegítima a penalidade aplicada, julgando procedente o pedido de anulação da justa causa.
A empresa reclamada entrou com recurso ordinário e a ação trabalhista subiu para a 2ª instância do TRT11.

Fonte: http://www.csjt.jus.br/

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Empresa é condenada por agressão policial durante paralisação de empregados




























A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Rio Claro Agroindustrial S.A. contra condenação por dano moral, no valor de R$ 1,5 mil, pela agressão sofrida por ex-empregado durante ação policial na empresa. A polícia de Cachoeira Alta (GO) foi chamada devido à paralisação dos trabalhadores rurais para receber salários atrasados ou pagos irregularmente.
Com a decisão, a Turma manteve a condenação imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO). O ministro José Freire Pimenta, redator designado do acórdão, destacou que ficou evidenciado na decisão regional que o ex-empregado foi agredido em seu local de trabalho, e que a ação da polícia teria sido desproporcional, além de ter sido "chancelada" pela Rio Claro, "que nada fez para impedir a agressão dos seus empregados, dentro de suas dependências".
Segundo testemunhas, a paralisação ocorreu cedo, por volta das 6h, antes do início dos trabalhos, quando os empregados resolveram não sair do alojamento onde dormiam, dentro da empresa. Por volta das 8h, ainda segundo o depoimento, policiais entraram no alojamento "já batendo e ordenando que todos saíssem e chamando todos de vagabundo", e oito pessoas foram presas e as demais levadas para uma quadra de futebol. Para o Tribunal Regional, as provas testemunhais deixaram claro que o movimento dos empregados, que buscava o pagamento de salários corretos, melhoria na alimentação e equipamentos de proteção, "foi uma reivindicação justa", e a polícia adentrou a propriedade com o consentimento da empresa.
A Rio Claro interpôs recurso de revista ao TST alegando não ter praticado nenhum ato ilícito e que, ao acionar a polícia, apenas exercitou um regular direito seu. Sustentou também que não tinha poderes para impedir a ação policial, e que não havia prova de que o trabalhador tenha sofrido pessoalmente as lesões alegadas. Ainda segundo a empresa, o empregado não se preocupou em individualizar as lesões que teria sofrido, e "se aproveitou de narrativa genérica para fazer valer em seu favor dano supostamente sofrido por terceiros não identificados".
O relator original do processo, ministro Caputo Bastos, fico vencido na Turma. Para ele, a empresa não poderia ser condenada porque não havia provas da agressão pessoal ao autor da reclamação, e as ações foram praticadas por policiais militares, e não por seus representantes.
No entanto, o ministro José Roberto Freire Pimenta, cujo voto foi o vencedor, citou trechos do acórdão regional no sentido de que, embora a reprovável agressão tenha ocorrido por ação da Polícia Militar, é dever do empregador preservar a integridade física de seus trabalhadores. O ministro ressaltou ainda que, para se chegar a conclusão contrária à do TRT, seria necessário o reexame de fatos e provas, o que é vedado nesta instância (Súmula 126 do TST).
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: RR-1184-19.2010.5.18.0000

Fonte: 
http://www.tst.jus.br/

terça-feira, 19 de julho de 2016

Deficiente visual que trabalhava sem EPI adaptado receberá indenização por danos morais no PR





































Uma empresa de telecomunicações de Curitiba que desrespeitou as limitações de um empregado com deficiência visual deverá pagar indenização de R$ 5 mil ao ex-funcionário. No processo, ficou comprovado que não havia fornecimento de óculos de proteção com lentes de grau e que o trabalhador tinha que realizar tarefas em ambientes com muita luminosidade ou que exigiam grande esforço visual.
A decisão, da qual cabe recurso, é dos desembargadores da 4ª Turma do TRT do Paraná, que consideraram a conduta do empregador contrária aos princípios e direitos constitucionais, em especial à dignidade da pessoa humana.
Contratado pela Brasilsat Harald S/A em novembro de 2012, o auxiliar de produção foi admitido para preencher uma vaga destinada a pessoas com deficiência. Para os magistrados que analisaram o caso, o fato comprova que a empresa tinha ciência das necessidades especiais do funcionário e, mesmo assim, deixou de oferecer condições de trabalho compatíveis com a limitação, "gerando dor íntima que não se coaduna com o ambiente sereno e saudável pelo qual deve o empregador zelar (art. 7º, XXII, da Constituição Federal)".
"O procedimento da empregadora traduz-se em inevitável ofensa a princípios e direitos constitucionais, (...) não se afigurando mero aborrecimento ou simples transtorno da vida cotidiana", constou no acórdão da 4ª Turma.
A decisão dos desembargadores confirmou o entendimento do juiz Luciano Augusto de Toledo Coelho, da 12ª Vara de Curitiba, que havia reconhecido o dano moral.

Fonte: www.csjt.jus.br
 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Em defesa da educação pública: FORA TEMER!!!























Campanha de Sindicalização 2016: Parceria com o Dr Morgan Mota



Durante a Campanha de Sindicalização 2016 promovida pelo SINDECC, o sindicato vem firmando vários convênios a fim de proporcionar benefícios a toda categoria comerciária. Confira a entrevista com o fisioterapeuta e acupunturista Dr Morgan Mota (Centro Médico Dr João Farias), mais um parceiro do SINDECC.



Direito do Trabalho: FALTA GRAVE ($)




























O empregado poderá considerar rescindido o contrato e pleitear a devida indenização quando o empregador não cumprir as obrigações do contrato. Art. 483 da CLT.

Fonte: 
https://www.facebook.com/TSTJus/photos/a.128649670542753.30462.123064837767903/1134642126610164/?type=3&theater

AS 10 CONTRADIÇÕES DO GOVERNO INTERINO

Gestão Temer já deu sinais de fragilidade e instabilidade / Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Em dois meses de governo interino, estabelecido após a aceitação do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Roussef no Senado, em 12 de maio, não há sinais de que a crise política brasileira esteja perto de ser resolvida. Neste curto período, a gestão Temer já deu sinais de fragilidade e instabilidade. 
Escândalos, divergências entre integrantes do alto escalão do governo, mudanças de posição e medidas que contrariam sinalizações feitas no passado têm marcado o dia a dia de Brasília (DF) desde que o peemedebista assumiu o Executivo. 
Veja abaixo algumas situações instáveis da gestão do governo interino.  
1 – Combate à corrupção
O discurso anti-corrupção foi uma das forças motrizes do processo de impeachment. Ao compor seu “ministério de notáveis”, entretanto, Temer incluiu diversos políticos que são alvos das operações Lava Jato e Zelotes. Escândalos já ceifaram três titulares de pastas, substituídos por nomes também sob a mira da Justiça.
O próprio presidente interino já foi citado em delações e depoimentos. Além disso, retirou a urgência na votação de leis anti-corrupção propostas por Dilma. 
2 – Programas sociais
Michel Temer afirmou que manteria os programas sociais existentes no país. Bruno Araújo (PSDB), ministro das Cidades, porém, chegou a suspender novas contratações do Minha Casa, Minha Vida. A decisão só foi revertida por conta de mobilizações do MTST
3 – Carga tributária
Uma das grandes questões do governo interino é ampliar a arrecadação. Henrique Meirelles (Fazenda), apesar de ter afirmado que o objetivo é reduzir a carga de tributos, propõe o retorno da CPMF. Geddel Vieira (Secretaria da Presidência) é contra. Paulo Skaff (PMDB), presidente da Fiesp e apoiador do impeachment, também é crítico da proposta. Por outro lado, o governo pretende ampliar a arrecadação através de privatizações, projetando conseguir até R$ 30 bilhões com a venda de parcelas do patrimônio nacional.
*Henrique Meirelles (Fazenda) - Cred: Lula Marques/AGPT
4 – Reforma da previdência
O Ministério da Fazenda defende o estabelecimento de uma idade mínima para aposentadoria, indicando o marco de 65 anos. Paulinho da Força (Solidariedade), apoiador do impeachment, critica a proposta. 
5 - Cargos
Temer assumiu interinamente criticando a forma como, supostamente, o PT ocupou a administração pública federal. Na prática, no entanto, tem negociado cargos na estrutura pública com parlamentares, para obter apoio ao processo de impeachment. Exemplo disso é a nomeação do filho de Paulinho da Força para a chefia regional do Incra em São Paulo. 
6 – Relações com outras instituições
Alexandre de Moraes (Justiça) anunciou que o governo poderia rever o método de nomeação da Procuradoria-Geral da República. Atualmente, o nome mais votado pelos próprios integrantes do órgão é indicado ao cargo. Após a repercussão negativa da declaração, Temer recuou e desautorizou publicamente Moraes. 
7 – SUS
O ministro da Saúde Ricardo Barros (PP) defendeu que o tamanho do SUS fosse revisto e sofresse cortes, através da ampliação dos planos de saúde privados – financiadores de sua campanha. O próprio titular da pasta relativizou sua posição. 
*Ricardo Barros (Saúde) - Cred: Wilson Dias/ABr
8 – Rigor fiscal
Mesmo tendo como diretriz governamental um arrocho fiscal para a saída da crise econômica, Temer renegociou a dívida dos Estados e pretende fazer o mesmo com os municípios. Essas negociações também tiveram como moeda de troca o apoio político. Além disso, houve uma ampla liberação de emendas parlamentares e promessas de liberação de obras a serem escolhidas por senadores.  Estimativas apontam que o gasto público deve aumentar. 
9 – Confusão administrativa
A composição do novo ministério, além de excluir mulheres e negros, gerou críticas e desorganizou competências administrativas.  A reforma agrária, por exemplo, será responsabilidade da Casa Civil e a demarcação de terras quilombolas ficou com o Ministério da Cultura, extinto e recriado por Temer. 
10 – Não pense 
A articulação pró-impeachment atribuiu toda a responsabilidade da crise econômica à gestão petista. Apesar disso, ao assumir o governo, Temer desenvolveu um mote informal: “não pense em crise, trabalhe”.


Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2016/07/12/as-10-contradicoes-do-governo-interino/

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Artigo revela que um chefe ruim pode adoecer os funcionários























                               Para cerca de 75% das pessoas, os chefes 
são a maior causa de estresse no trabalho


O médico, escritor e Influencer Travis Bradberry publicou um artigo aqui no LinkedIn que aponta que um chefe ruim pode fazer tão mal para a saúde dos funcionários quanto fumar passivamente. E o pior, quanto mais tempo uma pessoa passar trabalhando para alguém que a deixa infeliz, maiores serão os danos para sua saúde mental e física.

Dados da Associação de Psicologia dos Estados Unidos, publicados no artigo da revista Quartz revelam que 75% dos trabalhadores americanos consideram seus chefes a maior razão de estresse no trabalho. Contudo, 59% dessas pessoas não largariam o emprego, mesmo infelizes.
Os dados mostram que as pessoas arrumam uma maneira de se conformar com seus empregos, e isso faz com que a decisão de pedir demissão e sair em busca por um ambiente de trabalho mais saudável seja ainda mais postergada.
Faz mais mal que cigarro
Muito impressionante também em relação a este assunto são as descobertas de pesquisadores da Harvard Business School e da Universidade de Stanford, ambas nos Estados Unidos. Os pesquisadores reuniram dados provenientes de mais de 200 estudos, e chegaram a conclusão que estresses simples e cotidianos no trabalho podem fazer tão mal a saúde como a exposição a quantidades consideráveis de fumaça do cigarro de outras pessoas.
A razão número 1 causadora de estresse no trabalho, o medo de ser mandado embora, pode aumentar em até 50% os riscos de problemas de saúde. Já um cargo que exige do funcionário mais do que ela/ele pode oferecer aumenta em 35% o risco para a saúde.
O que fazer
Em muitos casos, os problemas com os superiores podem ser meramente caso de afinidade. Existem, contudo, muitos chefes realmente ruins por aí. Mas como saber em qual situação você se encaixa?
Chefes ruins são geralmente verbalmente agressivos, narcisistas e podem até se tornar violentos. Frases típicas dos chefes ruins são: “Aqui nada funciona se eu não estiver por perto!”, “Nós sempre fizemos assim!” ou “Agradeça que você tem um emprego.”
Claro que não é fácil para ninguém largar o emprego e começar tudo de novo, mas a motivação para trabalhar de quem se encontra em uma situação dessas desaparece totalmente. Existem, contudo, algumas dicas para sobreviver essa fase de crise profissional:
1.Faça uma lista de tarefas e objetivos para o seu dia de trabalho. Cada vez que completar algum item da lista, risque-os da lista. A sensação de ter conseguido realizar alguma coisa, mesmo em um ambiente hostil, vai te ajudar a seguir em frente.
2.Desligue-se nos finais de semana. Não cheque emails, nem mensagens do trabalho. Passar um tempo sem pensar no trabalho pode te ajudar a recarregar as baterias.


Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/como-n%C3%A3o-ser-afetado-com-atentados-o-de-nice-marc-tawil

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ratinho é condenado por não fornecer condições adequadas de trabalho a funcionários






















Apresentador do SBT terá que pagar R$ 200 mil de indenização por danos morais coletivos.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, por danos morais coletivos, recorrente do não fornecimento de condições adequadas para o trabalho de seus funcionários na Fazenda Esplanada, situada na cidade de Limeira do Oeste, em Minas Gerais.


De acordo com o TST, Ratinho terá que pagar R$ 200 mil de multa por não respeitar o intervalo de descanso entre as jornadas de trabalho de seus funcionários, pela inexistência de local apropriado na lavoura para que os trabalhadores pudessem fazer suas refeições - eles se alimentavam no meio da lavoura ou dentro de banheiros -, por não disponibilizar uma quantia suficiente de equipamentos de segurança que atendesse a toda a equipe - os que existiam estavam em péssimo estado -, e por terceirização de mão de obra.
A fazenda do apresentador é uma das principais produtoras de cana de açúcar da região.
Ao E+, a assessoria de imprensa do apresentador enviou um comunicado, no qual diz que Ratinho não concorda com o resultado do julgamento e deixou implícito que irá recorrer da decisão do TST.

Fonte: http://emais.estadao.com.br/noticias/gente,ratinho-e-condenado-por-nao-fornecer-condicoes-adequadas-de-trabalho-a-funcionarios,10000062824

Turma manda CPTM reintegrar ferroviário com alcoolismo por considerar dispensa discriminatória




























A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou a reintegração de um ferroviário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que sofria de síndrome de dependência alcoólica. Sem provas de outro fator que a justificasse, a Turma concluiu que a dispensa teve nítido caráter discriminatório.
Na ação, ajuizada por meio do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, o ferroviário disse que a CPTM o dispensou por justa causa em novembro de 2013, e o comunicado fazia apenas referência genérica ao artigo 482, alínea "e", da CLT (desídia) sem especificar as condutas faltosas nem indicar irregularidades que teriam sido praticadas por ele. Referiu-se também a norma interna da empresa que exige a realização de sindicância antes de punir o trabalhador, o que não ocorreu no seu caso.
Na sua argumentação, a dispensa teve nítido caráter discriminatório. Ele alegou que a empresa tinha conhecimento da sua dependência ao álcool, pois desde 2009 participava das reuniões do grupo de apoio mantido por ela como parte do programa de prevenção e controle da dependência química.
A CPTM, em sua defesa, disse que o trabalhador se colocou em posição de vítima, não relatando seu descaso com trabalho, e indicou nas folhas de ponto inúmeras faltas não justificadas. Segundo a empresa, a justa causa foi por desídia, e não embriaguez habitual, sendo dispensável a sindicância.
O juízo da 37ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP) entendeu que as faltas do trabalhador estavam diretamente relacionadas com sua dependência química. Segundo a sentença, a doutrina e jurisprudência modernas definem como doença a dependência ao consumo habitual ou crônico de álcool, não o classificando mais como falta grave a motivar a rescisão. "O alcoolismo já é reconhecido, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como doença, o que exclui, por conseguinte, a culpa do trabalhador", afirmou.
O juiz apontou ainda contradição da CPTM, que, embora tenha admitido que o programa de prevenção havia recomendado a internação do ferroviário, insistiu em negar a doença. Observou ainda que o trabalhador frequentou o grupo de apoio por quatro anos, e chegou a pedir alteração do local de prestação de serviços para não interromper o tratamento. Afastando a desídia alegada, a sentença julgou nula a dispensa e determinou a reintegração do empregado.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), porém, apenas reverteu a justa causa, condenando a empresa ao pagamento das verbas rescisórias, mas negou a reintegração por entender que não há norma na legislação que estabeleça a dependência química como doença profissional. O Regional entendeu ainda que a dispensa não foi discriminatória, porque a empresa vinha "há anos se dedicando à efetiva recuperação do trabalhador".
TST
A relatora do recurso do ferroviário na Quarta Turma, ministra Maria de Assis Calsing, assinalou que a jurisprudência do TST (Súmula 443) considera discriminatória a dispensa de empregado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que gere estigma ou preconceito. "O fato de não haver lei que preveja a estabilidade do trabalhador que sofre de alcoolismo crônico não impede a sua reintegração, sobretudo quando não comprovado que a rescisão foi motivada por outros fatores", afirmou.
A decisão foi por maioria, vencido o ministro João Oreste Dalazen.
(Lourdes Côrtes/CF)
Processo: RR-3340-05.2013.5.02.0037

Fonte: 
http://www.tst.jus.br/

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Direito do Trabalho: CASAMENTO





























Vai casar? O empregado regido pela CLT poderá faltar ao trabalho até 3 dias consecutivos, em virtude de casamento e a ausência não gera prejuízo do salário.

Fonte: 
https://www.facebook.com/TSTJus/photos/a.128649670542753.30462.123064837767903/1129899387084438/?type=3&theater

terça-feira, 12 de julho de 2016

PELA CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO 2016: CONVÊNIO COM O CENTER PLAZA HOTEL (RESTAURANTE).


Durante a Campanha de Sindicalização 2016 promovida pelo SINDECC, o sindicato vem firmando vários convênios a fim de proporcionar benefícios a toda categoria comerciária. Além dos convênios médicos, escola de línguas e agência de empregos firmados, recentemente, o SINDECC também realizou parceria com o Hotel Plaza (apenas restaurante).

A parceria com o Hotel Plaza proporciona aos comerciários associados, um desconto de cinco reais nas refeições. Normalmente, o almoço custa R$ 15,00, o comerciário mostrando a carteira de sócio, faz sua refeição por R$ 10,00.
Localização:

CENTER PLAZA HOTEL
Rua Sete de Setembro, 84, Centro – Caruaru / PE (prox. a igreja da conceição)
Fone: 3041-3989.

CENTER PLAZA PRIME HOTEL E RESTAURANTE
AV Rui Barbosa, 02 - Maurício de Nassau – Caruaru / PE 
Fone: 4105-0966.

Aqueles que não são associados ao SINDECC, mas que desejam usufruir dos benefícios oferecidos à categoria, devem procurar a Sede do sindicato, estabelecida na Rua Mestre Pedro, nº 31, Centro, Caruaru – PE, com a documentação necessária para a confecção da carteira de sócio, qual seja: Cópias do RG, CPF, CTPS (Carteira de Trabalho), Comprovante de Residência e 02 fotos 3x4 originais.


Seja forte, seja sócio. Por um sindicato unificado!